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Alcatrazes: beleza e diversidade que pedem proteção

O golfinho-pintado-do-atlântico deixa seu grupo e acompanha nosso barco. Estamos no Arquipélago de Alcatraz, ainda em busca de sossego. 

Fabio Olmos ·
1 de agosto de 2012 · 13 anos atrás
Golfinho-pintado-do-atlântico. (Foto: Fabio Olmos)
Golfinho-pintado-do-atlântico. (Foto: Fabio Olmos)

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O Arquipélago dos Alcatrazes, no litoral norte de São Paulo, inclui ilhas com espécies endêmicas (incluindo anfíbios e serpentes), ninhais de aves marinhas (incluindo a maior colônia de fragatas do Atlântico sul) e uma área marinha onde vivem meros, raias-manta, baleias e golfinhos. Trata-se de um local prioritário para a conservação, hoje apenas parcialmente protegido por uma estação ecológica.

A Marinha do Brasil usa a área para exercícios de tiro. Após anos de disputas com conservacionistas, chegou-se a um acordo para a criação de um parque nacional abrangendo a área, iniciativa que conta com o apoio das prefeituras locais e do governo estadual e viabilizaria o turismo controlado no arquipélago.

A expectativa era que o decreto de criação do parque fosse assinado pela presidente Dilma Rousseff durante a Rio+20, o que não aconteceu — mais uma decepção de um evento fraco. Espera-se que o parque seja criado ainda este ano, mas não há previsão confiável.

Se você deseja apoiar a iniciativa de criação do parque nacional clique aqui para conhecer o abaixo-assinado a esse respeito.

e gosto pela relação entre ecologia, economia e antropologia.

  • Fabio Olmos

    Biólogo, doutor em zoologia, observador de aves e viajante com gosto pela relação entre ecologia, história, economia e antropologia.

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