Notícias
27 de março de 2006

Promessa

Na COP 8, governo brasileiro promete criar mais 210 km2 de áreas protegidas na Amazônia até 2010. Uma área equivalente a 5 vezes o tamanho do estado do Rio de Janeiro, compara O Globo. O custo exato dessa empreitada e os seus financiadores ainda são desconhecidos.

Por Redação ((o))eco
27 de março de 2006
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24 de março de 2006

Balanço

Quem quer acompanhar o que está acontecendo na COP-8, além de colunas, reportagens e notas, O Eco preparou um balanço da primeira semana do encontro. Vale a pena conferir.

Por Redação ((o))eco
24 de março de 2006
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24 de março de 2006

Cobertura diferenciada

E quem quer fugir da cobertura genérica da mídia, uma dica especializada e diversificada. O site Ciência Hoje on-line tem feito reportgens sobre os encontros de Curitiba, dando bastante importância ao que acontece além dos holofotes.

Por Redação ((o))eco
24 de março de 2006
Análises
24 de março de 2006

Bases nada sólidas

De Marinisio Vi a matéria assinada por você e fiquei feliz pela sua sensibilidade. Sou Técnico em Segurança do Trabalho tb recem formado, no momento estou fazendo um estágio na Petrobrás/base de Cabedelo (Bacab). Me identifiquei com sua matéria visto que ainda no curso fomos convidados a apresentar um projeto de gestão ambiental na disciplina do mesmo nome. Na oportunidade fiz referência à Falésia do Cabo Branco e abordei as mesmas questões que vi na matéria lida. Boa Sorte.Felicidade.

Por Redação ((o))eco
24 de março de 2006
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24 de março de 2006

Perseverantes

Lá vão eles de novo. Quatro montanhistas brasileiros tentam – dois deles pela oitava vez – chegar ao cume do Monte Everest sem a ajuda de cilindros...

Por Redação ((o))eco
24 de março de 2006
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24 de março de 2006

Na pressão

Diminuiu o risco de se aprovar na COP-8 um texto que permita testes em campo aberto com sementes estéreis, as terminators. Nesta sexta-feira, foi acordada pelos países participantes da convenção uma proposta de texto que ignora a sugestão feita ano passado, em Granada, de se analisar os pedidos de pesquisa caso a caso. O texto reitera a imposição de uma moratória sobre essa tecnologia, que só pode ser testada em estufas ou laboratório.

Por Redação ((o))eco
24 de março de 2006
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24 de março de 2006

Tá frouxo

Mas tudo ainda pode mudar. A proposta precisa ser aprovada em plenária pelos ministros dos países-membros, o que acontecerá na semana que vem.

Por Redação ((o))eco
24 de março de 2006
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24 de março de 2006

Bola murcha

Segundo os grupos sociais que se opõem à terminator, a Irlanda foi a responsável por convencer países como Austrália, Canadá e Nova Zelândia a aceitarem a proposta. Hoje, o Greenpeace deu à delegação australiana o prêmio Bola Murcha por ter sido a que mais insistiu na liberação de testes com terminators em campos abertos e a que mais atrapalhou as negociações. O prêmio será dado todo dia à delegação que pior se comportar em plenária. Quem colecionar mais bolas murchas até o fim da COP-8 será o país campeão em votos contra o meio ambiente.

Por Redação ((o))eco
24 de março de 2006
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24 de março de 2006

Vitória

Mais duas unidades de conservação foram decretadas no Paraná. O Parque Nacional dos Campos Gerais e a Reserva Biológica das Araucárias.

Por Redação ((o))eco
24 de março de 2006
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24 de março de 2006

Alerta

Tramita no Congresso um projeto de lei que quer estender a todos os Parques Nacionais uma exceção hoje apenas prevista para o Tumucumaque, no Amapá: o salvo-conduto para ocupações das Forças Armadas. Se aprovada, a lei dará poder aos militares para desfrutar das áreas protegidas como bem entenderem.

Por Redação ((o))eco
24 de março de 2006
Análises
24 de março de 2006

Em nome do patrimônio II

De Gustavo Romeiro Mainardes PintoEng. Agrônomo - MSc. Ecologia de AgroecossistemasAnalista Ambiental - DITEC/IBAMA/SC Comentário sobre os Artigos de Lorenzo Aldé e Germano Woehl Jr. Caros colegas! Os 7% restantes de mata atlântica estão extremamente fragmentados, o que, por si só, mesmo que houvesse uma garantia total de proteção dos remanescentes, levaria a perdas consideráveis da biodiversidade. Mas, além disso, a realidade é que os fragmentos estão sob pressão, não havendo em muitos dos casos, regeneração e recrutamento, por puro impedimento dos proprietários, que desejam terras que lhes dêem safras. Um dos pontos cruciais para a conservação da mata atlântica é diminuir ao máximo os efeitos nocivos da fragmentação. Como?Só existe um meio: AUMENTANDO AS ÁREAS cuja cobertura vegetal permita o fluxo genético de fauna e flora, e ponto final! Mas é possível transformar 50% de Santa Catarina em UC's? A resposta é não. E mesmo que fosse possível, a produção que deixaria de ser obtida exigiria a abertura de novas áreas em Mato Grosso, Maranhão... Será que é isso que queremos? Jogar a sujeira pra longe? Clique para ler esta carta na integra

Por Redação ((o))eco
24 de março de 2006