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28 de novembro de 2005

Aniversário

E na The New York Times Magazine, a celebração de mais uma efeméride. Melhor dizendo, uma lembrança, porque a reportagem deixa claro que não há nada a festejar. Faz quase um ano que um tsunami devastador, acoplado à presença maciça de humanos em áreas de costa, provocou devastação apocalíptica no sul da Ásia. O número

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28 de novembro de 2005
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28 de novembro de 2005

Açougue no Mato III

De Alvaro MouawadDiretor Executivo da Sociedade Brasileira para Conservação da FaunaPrezada Senhora Silvia Pilz,Venho por meio desta parabenizá-la pelo artigo "Açougue no Mato". Um exemplo de bom senso e coerência.Levando em conta que nossa entidade em seus quase dez anos anos de atuação vem desenvolvendo um trabalho pragmático na conservação da natureza através da viabilização operacional, recursos humanos e suporte econômico a projetos ligados ao tema acreditamos que possa lhe interessar um artigo que trata justamente deste tema.Colocando-nos a seu inteiro dispor para dirimir aspectos ligados a este e outros temas na área ambiental.Atenciosamente,

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28 de novembro de 2005
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28 de novembro de 2005

Racismo e meio ambiente

Nos Estados Unidos, a discussão não só é antiga, como quente. Trata-se do racismo ambiental, uma modalidade de poluição que tende a atingir apenas minorias. No caso americano, quem reclama mais são os negros. Dizem é que é nas áreas que habitam nos centros urbanos que em geral as empresas estocam ou despejam poluentes. O tema chega ao Brasil nesta segunda-feira, dia 28, em forma seminário na UFF, em Niterói. Acaba na quarta, dia 30 de novembro. Um dos mais importantes atores deste debate, o sociólogo Robert Bullard, vai estar presente.

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28 de novembro de 2005
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28 de novembro de 2005

Justiça

O Instituto Ipê, parceirão de O Eco, onde uma de suas mentes mais brilhantes, Suzana Pádua, têm uma coluna mensal, recebe prêmio do Banco do Brasil. A honraria é pelo projeto “Café com floresta”, que o Ipê desenvolve junto a agricultores no Pontal do Paranapanema, em São Paulo. A turma planta café orgânico com direito à assistência técnica e financiamento em sua terras. Em troca, precisam separar um hectare do terreno para o plantio de mudas de plantas nativas da região.

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28 de novembro de 2005
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28 de novembro de 2005

Duplo padrão

A Justiça do Equador negou mais uma liminar para paralisar a exploração de petróleo da Petrobras dentro do Parque Nacional do Yasuni, verdadeira jóia ambiental encravada na região amazônica do país. Se fosse no Brasil, a empresa nem teria se dado ao trabalho de deslocar funcionários e equeipamentos selva adentro. Por aqui, atividade econômica como extração de petróleo em Parque Nacional é proibida por lei.

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28 de novembro de 2005
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28 de novembro de 2005

Acusação

Ambientalistas equatorianos, além de querer ver nossa petrolífera fora de lá o mais rápido possível – no que têm toda razão – também a acusam de estar poluindo com despejos o rio Coca, que corta a região do Yasuni.

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28 de novembro de 2005
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28 de novembro de 2005

Mais sobre a trombada

Os mais de 10 milhões de reais pedidos ao Ministério dos Transportes pela Secretaria de Desenvolvimento Sustentável do Amazonas para mitigar os impactos ambientais das obras de recapeamento e, em alguns trechos, de reconstrução da BR-319 não sairam porque o Ministério do Meio Ambiente meteu a colher na história. O dinheiro viria à guisa de compensação ambiental, como meio de tentar driblar a exigência do Ibama de licenciar a obra. A história das trombadas entre os ministérios dos Transportes e Meio Ambiente em torno dessa estrada estão contadas em reportagem que O Eco publica esta semana.

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28 de novembro de 2005
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27 de novembro de 2005

Velejar é outra coisa

De Isabella CruzSilvia,Me encaixei perfeitamente no seu texto. Realmente quem veleja e participa de regatas, passa um sufoco incalculável para aqueles que apenas apreciam as velas em terra firme.Quando você está em regata, aonde quase não se locomove, manter a higiene é complicado ainda mais ter conscientização ecológica. Tudo que incomoda é lançado ao o mar, desde embalagens para biscoito, latinhas (como você disse), absorventes, papeis, plásticos... tudo que interferir no seu mínimo bem estar dentro do barco. Quanto menos coisas para atrapalhar melhor. Ter uma latinha rolando pra lá e pra cá, realmente não dá! Principalmente pano de chão sujo com diesel. Não existe barco que não vaze óleo ou combustível. Por isso, o mar é um “desaparecedor de problema” perfeito. É só arremessar e está livre .Um pequeno detalhe que você deixou de escrever foi, que para ir ao pequeno/micro banheiro fazer qualquer coisa, com o barco de lado, é se transformar em mulher aranha. Outra situação que eu vivi foi: eu e minha família estávamos numa regata, com muito vento e ondas grandes, duas tripulantes (amigas), passaram mal. Depois de vomitar a vontade, veio a vontade de uma delas fazer xixi. Como descer, e ir ao banheiro é totalmente impossível quando esta enjoado, pois só em falar a palavra cabine, dá náuseas. O jeito foi segurar um baldinho e fazer ali mesmo na popa. E isso com varias pessoas ajudando pois o barco não parava de balançar. Uma situação constrangedora, mas como você mesmo falou, privacidade e individualidade não existe num barco.Parabéns pelo texto que relata o que realmente é velejar.

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27 de novembro de 2005
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25 de novembro de 2005

Terra sem lei…

Dois funcionários do Ibama e cinco da Funai foram capturados por índios na Terra Indígena do Xingu, no Mato Grosso. Os técnicos estavam na área fazendo uma operação contra o desmatamento e os índios são suspeitos de acobertar a extração ilegal de madeira na região. A Polícia Federal já foi acionada para libertar os reféns.

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25 de novembro de 2005
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25 de novembro de 2005

Vista do céu…

O Instituto Socioambiental analizou duas imagens do satélite sino-brasileiro CBERS 2 e comprovou a presença de desmatamento ilegal no Xingú. A primeira é de 18 de agosto do ano passado. A segunda, de 23 de julho deste ano, mostra uma área do Parque antes intocada com estradas clandestinas e a cobertura florestal danificada.

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25 de novembro de 2005
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25 de novembro de 2005

Amazônia para ricos e famosos

No início da semana, uma platéia de fazer babar qualquer repórter da revista Caras se comprimiu num auditório em Londres para assistir a um vídeo sobre a expansão da soja na Amazônia, seguido de uma apresentação de Paulo Adário, coordenador da Campanha Amazônia do Greenpeace. Estavam lá o casal Gordon e Anita Roddick, donos da The Body Shop, de cosméticos, James Rubin, ex-secretário do governo de Bill Clinton, e Lord Gould, eminência parda do governo do primeiro-ministro Tony Blair. Madonna, convidada, não apareceu.

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25 de novembro de 2005