Fotografia
3 de novembro de 2004

A moréia-verde

A moréia-verde (Gymnothorax funebris) foi clicada pelo fotógrafo amador Rafael Lima em Abrolhos, no sul da Bahia. Ela deu o ar da graça, em pleno...

3 de novembro de 2004
Análises
1 de novembro de 2004

Textos excelentes

De Roberto Trogianni     SEMA de Pirenópolis - GOPrezado Sr. EDITOR, Queremos cumprimentar as excelentes publicações neste site, dos textos da Dra. Maria Tereza Jorge Pádua, onde verificamos sua grande preocupação com as questões ambientais e as ações pertinentes ao desenvolvimento sustentável.

Por Redação ((o))eco
1 de novembro de 2004
Análises
28 de outubro de 2004

Os automóveis e o meio ambiente

De Leandro Alves     Repórter - Agência AutoData - São Paulo Caros amigos de O Eco,Acompanho com grande interesse e admiração as contundentes reportagens publicas no site. E de clicar ali e acolá acabei encontrando o tema Dramas da Combustão de 17.09.2004, quando vocês abordaram o tema em que sou especialista. Atuo há sete anos como jornalista especializado em automóveis e nos últimos dois tenho pesquisado e publicado várias matérias que envolvem a relação meio ambiente indústria automotiva. E nesse campo, tenho muitos esclarecimentos a prestar. Sérgio, benzina, o combustível que você associou ao benzeno é nada mais que a tradução para o espanhol da gasolina. Provavelmente essa palavra foi usada para diferenciar a nossa gasolina, que recebe pouco mais de 20% de álcool (e sabe lá o que mais) da gasolina consumida nos países da América do Sul, pura, sem nenhum aditivo. Portanto, o tetrafuel da Fiat – que não é da Fiat, mas da Magneti Marelli, que desenvolveu a tecnologia – poderá ser exportado, enquanto os bicombustíveis serão comercializados apenas no Brasil.Marcos e Sérgio, não se incomodem com o desenvolvimento de tecnologias limpas fora do Brasil enquanto consumimos gasolina e álcool em qualquer proporção e também GNV (Gás Natural Veicular) a próxima moda a ganhar força nos próximos, talvez já em 2005. As montadoras gastaram bilhões de dólares em desenvolvimento de combustíveis limpos, células de combustível, hidrogênio, motores elétricos sem, em nenhum dos casos, apresentar projeto viável. Até agora nenhum veículo conseguiu se desvincular do motor a combustão a gasolina. Toyota Prius e Honda Insight rodam com gasolina, não? E quando estão em alta velocidade ou rodam sem parar mais de 300 km só o combustível mineral dá conta. Legal, no trânsito urbano eles podem liberar água pelo escapamento, mas para os Estados Unidos o benefício ainda é muito pequeno e, portanto, inviável. Só na Califórnia essa tendência tem se confirmado. Por aqui, nem pensar. Bom, mas o que interessa é o potencial do Brasil nessa área de combustíveis. O GNV – que polui pouco menos que a gasolina mas nesse particular há um avanço – ganhará escala. E consumimos menos da metade do GNV que compramos da Bolívia, sem falar nas reservas na bacia de Santos. O álcool, apesar de sua produção avançar sobre as florestas e as queimadas aumentarem o efeito estufa, ainda assim, essa opção vem ganhando mercado interno e admiradores fora do Brasil. Japão e Austrália, dentre outros países, poderão comprar álcool brasileiro para misturar na gasolina. A evolução dos motores – tecnologia desenvolvida no Brasil – permitirá esse blend. E não faltará álcool no Brasil, podem apostar. Sem falar no mais baixo nível de emissões do álcool comparado com qualquer outro combustível. Entretanto, minha aposta para o futuro próximo chama-se biodiesel, assunto que vocês já abordaram em O Eco, mas que ainda está longe de se esgotar. Só para mostrar o potencial desse combustível cito o pequi, uma oleaginosa que cresce como mato no cerrado. Ele e o dendê têm o maior potencial de gerar biodiesel em quantidade que o Brasil não precisaria mais utilizar o diesel mineral. Tem muita gente - leia-se matrizes das montadoras - de olho em nossas oleaginosas. E não se esqueçam que o País é movido a diesel. Caminhão só roda com diesel. E pode, sim, beber boa quantidade de biodiesel sem reclamar, garantem - em off - os fabricantes de motores. Poderia sugerir a produção de várias pautas sobre esses e outros temas como: tecnologia automotiva associada ao meio ambiente, materiais “verdes” utilizados na produção e reciclagem no setor, outro assunto que ganhará força em breve. De qualquer forma, se avaliarem que minhas propostas não se alinham ao conteúdo de O Eco, espero ter colaborado para esclarecer a vocês algumas coisas que fazem parte do meu dia-a-dia. Continuem com o belo trabalho e desejo a Todos sucesso nessa empreitada. Grande abraço

Por Redação ((o))eco
28 de outubro de 2004
Análises
25 de outubro de 2004

A União faz a força

De Wilson Cavalcanti     São José dos Campos, SPAo Pedro da Cunha e MenezesGostei muito de sua matéria (A União Faz a Força / 17.10.2004) sobre a aplicação dos conceitos do ICS (Sistema de Controle de Incidentes) no Rio de Janeiro. A esse respeito, veja a matéria que produzi e que “O Eco” fez-me a gentileza de publicar em 10 de setembro passado ("Aviões no combate a incêndios"). Enfim, é reconfortante saber que ao menos o primeiro passo dessa maratona cuja linha de chegada é a plena capacidade no combate a incêndios florestais já foi dado em nosso país.

Por Redação ((o))eco
25 de outubro de 2004
Notícias
22 de outubro de 2004

Corais em cativeiro

Cientistas brasileiros conseguiram reproduzir corais em laboratório e acompanhar todas as fases de reprodução do animal marinho. Na foto ao lado, foi registrado o momento em que o coral estava expelindo os gametas ou, para facilitar, os “espermatozóides”. A espécie escolhida para a experiência foi o coral cerébro Mussismilia, que é 100% brasileiro, só existe aqui. Uma escolha mais do que justa uma vez que o objetivo dos pesquisadores do Projeto Coral Vivo é recuperar comunidades de corais em nossos recifes. Esse ecossistema é essencial para manter o litoral rico em vida marinha.

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22 de outubro de 2004
Notícias
22 de outubro de 2004

Nova literatura

A Conservação Internacional do Brasil vai lançar este mês a revista Megadiversidade. A proposta é abrir espaço para a publicação de artigos ou trabalhos acadêmicos sobre temas ligados à conservação ambiental no Brasil. A primeira edição vai ter como matéria de capa o relatório desenvolvido este ano pela organização sobre as conseqüências de se explorar petróleo e gás perto do Banco de Abrolhos, no sul da Bahia. O documento foi essencial para impedir que fosse concedido licença ambiental para a exploração da região.

Por Redação ((o))eco
22 de outubro de 2004
Notícias
22 de outubro de 2004

Praga amazônica

Se fossem planta, certamente seriam classificadas como praga, tal é a velocidade de sua expansão e o tamanho do mal que fazem ao meio ambiente. São as estradas piratas, um fenômeno antigo na Amazônia mas que na última década começaram a ser abertas em ritmo de Brasil Grande. Os empreiteiros são as madeireiras, cuja avidez por árvores na mata virgem não respeita nem as áreas legalmente protegidas. Só no centro-oeste do Pará há mais de 20 mil quilômetros de rodovias clandestinas – o equivalente a 2/3 da malha de estradas federais no país inteiro. O número foi apurado em 2001 pelo Imazon, de Belém do Pará, que está prestes a concluir novo estudo sobre o problema. Seus técnicos apostam que no centro-oeste do estado, vão contabilizar desta vez 50 mil quilômetros clandestinos.

Por Redação ((o))eco
22 de outubro de 2004
Reportagens
20 de outubro de 2004

Aula de Amazônia

A longo prazo, a ocupação sustentável, pedra de toque da política ambiental de Lula, torna a floresta insustentável. As reservas extrativistas sufocam o mato.

Por Redação ((o))eco
20 de outubro de 2004
Reportagens
19 de outubro de 2004

A volta do Brasil Grande

Em Curitiba, holandês propõe sistema mundial de unidades de conservação para enfrentar as extinções que se aproximam. O Brasil é a Arca de Noé do aquecimento global.

Por Redação ((o))eco
19 de outubro de 2004
Reportagens
18 de outubro de 2004

Do tamanho do Brasil

Palestrante em Curitiba, americano diz que somos o último país com natureza em escala continental e lança o desafio de preservá-la em sua atual dimensão.

Por Redação ((o))eco
18 de outubro de 2004
Notícias
18 de outubro de 2004

Tempestade de areia

As dunas do Peró, no litoral do estado do Rio, estão invadindo casas e ameaçam soterrar um lago importante para o ecossistema da região. O caso tem tirado o sono dos moradores locais e chamou a atenção da mídia. Numa tentativa de acalmar os ânimos, a Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente (Feema) e o Ibama levaram especialistas em dunas para conversar com o Conselho Gestor da Área de Proteção Ambiental (APA) do Pau-Brasil, onde fica a faixa de dunas. Eles explicaram para a comunidade local o comportamento das montanhas de areia e as possíveis soluções para o problema. O Ibama, a Feema e técnicos do Laboratório de Geologia Costeira e Sedimentologia da UFRJ pretendem apresentar em um mês um plano emergencial para a região. Depois, será desenvolvido um projeto de médio prazo para conter o avanço das dunas. João Batista, Chefe da Divisão de Estudos Ambientais da Feema, cita como uma possível medida de contenção o reflorestamento das áreas próximas.

Por Redação ((o))eco
18 de outubro de 2004