Análises
13 de fevereiro de 2007

Sábia decisão

De RosmariÉ claro que não podemos ser ingênuos a ponto de aceitar tantas desculpas, mas podemos sim nos orgulhar de lutar pelos nossos ideais.A frase citada no texto: (...) "Queríamos, através de elementos da natureza, mostrar a importância daquela época, o início de uma consciência ambiental. Por isso começamos a pensar como conseguiríamos as borboletas sem agredir o meio ambiente" (...), me passa a imagem de que ao conseguir adquirir borboletas de terceiros eles se ausentariam da culpa . Isso pode ocorrer???Outro parágrafo: (...) "A Cantão contratou um especialista em borboletas para fazer a identificação das espécies utilizadas na sandália de acrílico. De acordo com o laudo técnico, anexado aos documentos de defesa, elas são consideradas vulgares. Isto é, nem de longe estão ameaçadas de extinção. "O valor científico equivale ao de uma simples mariposa", falou o advogado. " (...) O que querem dizer com isso? Que a mariposa é menos importante que a borboleta? Que essas borboletas não correm risco de extinção e por isso podem ser capturadas? O que eles entendem de valor científico? Quais parâmetros usaram para qualificar seu valor? Ainda ocorre a velha mentalidade de que se há tanta riqueza natural porque não aproveitá-la, por que não explorá-la? Com esse pensamento, nossas riquezas acabam exaurindo até chegar ao processo de extinção. O consumo dos recursos naturais com a exploração do meio ambiente ocorre mais rapidamente do que esses recursos podem se auto-recompor. Com isso ficam em perigo todos os sistemas que sustentam a vida no planeta.O último parágrafo deste artigo citado abaixo é, simplesmente, maravilhoso! Isso prova, em parte, que a luta pelos ideais ambientais ecologicamente corretos não é uma luta em vão! Vamos continuar lutando, pois unidos nos fortalecemos e fazemos vir à tona o que parecia estar perdido!

Por Redação ((o))eco
13 de fevereiro de 2007
Notícias
12 de fevereiro de 2007

Sufocados

Seis excursionistas morreram sufocados dentro de uma caverna em Tenerife, nas Ilhas Canárias, no último domingo. Eles faziam parte de um grupo com 30 pessoas, e foram resgatados a cerca de 1.500 metros gruta a dentro, numa galeria de difícil acesso. Os visitantes entraram por engano num túnel sem saída e com água, o que foi fatal para alguns. Eles não estavam acompanhados de guia.

Por Redação ((o))eco
12 de fevereiro de 2007
Notícias
12 de fevereiro de 2007

Poluição emergente

A China é realmente um gigante em crescimento. Sua poluição só aumenta. Notícia da Agência EFE, publicada no site Terra informa que as emissões de gases estufa aumentaram 1,5% em 2006. Havia um compromisso informal do governo de reduzi-las em 2%. Outros poluentes também registraram aumento, o dióxido de enxofre, causador da chuva ácida, elevou-se em 1,8%. O governo explicou que a razão para a alta na poluição foi o crescimento econômico maior que o esperado, 10,7%.

Por Redação ((o))eco
12 de fevereiro de 2007
Notícias
12 de fevereiro de 2007

Lixão criminoso

A Agência Ambiental Britânica concluiu um inquérito que revela que a Monsanto não andou se comportando nada bem algumas décadas atrás. Uma análise em um terreno contaminado no País de Gales mostrou que as substâncias encontradas só podem ter sido fabricadas pela Monsanto nas décadas de 60 e 70. De acordo com matéria do diário inglês The Guardian, as evidências indicam que a empresa tinha consciência dos riscos que a disposição dos químicos trazia à vida silvestre e à saúde humana. Nos cálculos do agência, 100 milhões de libras serão necessárias para limpar o terreno.

Por Redação ((o))eco
12 de fevereiro de 2007
Notícias
12 de fevereiro de 2007

Baleias em foco

Nesta semana, o Japão reúne os países membros da Convenção Internacional da Baleia (CIB) para a sua mais forte investida contra a moratória de caça ao mamífero marinho. Segundo reportagem publicada no Planet Ark, os japoneses vão argumentar que uma moratória indiscriminada não faz sentido, uma vez que certas espécies já estariam com população numerosa. A matéria traz também um lado interessante sobre a cultura de se comer carne de baleia no Japão. Em uma cidade de atividade baleeira na costa japonesa, o repórter conta que jovens não gostam mais de comer a carne do animal e alegam razões ambientais.

Por Redação ((o))eco
12 de fevereiro de 2007
Notícias
12 de fevereiro de 2007

Metrópole

Cientes de que precisavam dar uma resposta ao fato que pelo menos 6% das emissões de gases que contribuem para o efeito estufa vem da sua indústria, as siderúrgicas européias fundaram uma organização chamada Ulcos há dois anos. Sua missão: achar combustíveis que reduzissem as emissões de CO2. A Ulcos uniu-se à Cirad, um organismo de pesquisa agrícola francês que tem toda a pinta de continuar vivendo em tempos coloniais, e acabam de mostrar os prolegômenos de sua proposta para salvar a siderurgia de seu passivo ambiental. Plantar eucalipto em área do tamanho do estado do Pará, metade dela na África e a outra metade do Brasil.

Por Redação ((o))eco
12 de fevereiro de 2007
Notícias
12 de fevereiro de 2007

Colônia

Nada contra o eucalipto, essa árvore importada da Austrália que já ajudou a recuperar e dar destino econômico a muita área degradada Brasil afora. Mas o estudo da Ulcos/Cidra não fala em plantio em áreas degradadas. Aponta apenas que somos um ótimo lugar para resolver o problemas deles.

Por Redação ((o))eco
12 de fevereiro de 2007
Análises
12 de fevereiro de 2007

Censurado

De EliasAdriana, boa-tarde.Assisti o filme "Uma verdade inconveniente" e fiquei muito interessado em obter uma cópia para expor aos alunos aqui da Universidade, naturalmente com legendas, mas não tenho a mínima idéia de como obtê-lo aqui no Brasil. Poderias me ajudar nessa questão.Um abraço.

Por Redação ((o))eco
12 de fevereiro de 2007
Notícias
12 de fevereiro de 2007

União verde

Desde ontem, as páginas do The New York Times na internet mostram como seus leitores andam interessados em questões ambientais. Na lista das reportagem mais enviadas pelo e-mail, figuram duas que tratam de meio ambiente. Uma conta que vai se formando nos Estados Unidos uma indústria para amenizar os impactos ambientais de festas de casamento. Dá um trabalhão porque além de se ter que achar produtos orgânicos para encher a pança dos convidados e tecidos feitos de material reciclado para vestir os noivos e padrinhos, a festa envolve cálculo complicado para descobrir quanto de carbono ela vai emitir na atmosfera. Feito isso, os noivos escolhem como farão a compensação. O mais popular é o plantio de árvores.

Por Redação ((o))eco
12 de fevereiro de 2007
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12 de fevereiro de 2007

Lição africana

A reportagem do casamento verde é a terceira mais enviada das últimas 24 horas. Surpresa mesmo é a segunda colocada, que trata de técnicas tradicionais de plantio no Niger, um país africano para lá de esquecido pelo resto do mundo, e que tem 2/3 de seu território tomado pelo deserto do Saara. Há 20 anos, temendo que a desertificação fosse tomar conta do solo semi-árido no Sul do país, fazendeiros recuperaram uma antiga técnica para plantar árvores naquele solo que de tão duro parece pedra. Deu mais do que certo. O solo reverteu a desertificação, a produtividade aumentou e, com as árvores crescidas, a paisagem local ficou muito mais bonita. Notícia do New York Times.

Por Redação ((o))eco
12 de fevereiro de 2007
Análises
11 de fevereiro de 2007

Andando em borboletas II

De Jacques SochaczewskiAndreia, bom trabalho esse. Mas veja, mesmo que exista "origem legal", chega a ser bárbaro matar qualquer animal para esse fim. Se o ser humano está no topo da escala no planeta, deveria CUIDAR dos demais, além de não fazê-lo, destrói e se auto-destrói.Colocar cadáveres de borboletas em sandálias chiques é de um simbolismo real e terrível. E lembremos: dinossauros já estiveram nesse topo e foram extintos...Um grande abraço!

Por Redação ((o))eco
11 de fevereiro de 2007
Fotografia
9 de fevereiro de 2007

Tempestade

Cinco minutos depois de flagrar a chegada desta tempestade na Serra da Mantiqueira, Marcos Sá Corrêa teve que fugir do granizo que cobriu de branco...

Por Redação ((o))eco
9 de fevereiro de 2007