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6 de setembro de 2006

Roraima desconhecida

Apesar das diversas montanhas acima de dois mil metros de altitude da região sudeste, algumas das que chegam mais próximas aos três mil metros...

Por Redação ((o))eco
6 de setembro de 2006
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6 de setembro de 2006

Salto Angel

Se você optar por passeios no extremo norte do Brasil, não perca a oportunidade de conhecer, no lado venezuelano, a maior cachoeira do mundo, o...

Por Redação ((o))eco
6 de setembro de 2006
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6 de setembro de 2006

Morte lenta

O vazamento de vinhaça, um subproduto da cana de açúcar, provocou a morte de centenas de peixes no córrego Guarani, a 300 quilômetros de Cuiabá, no Mato Grosso. A vinhaça escorreu dos tanques da Cooperativa Agrícola de Produtores de Cana de Açúcar de Mirassol D'Oeste na madrugada de 27 de agosto e, ao reduzir a quantidade de oxigênio na água, matou lambaris, piaras, traíras, bagres e piraputangas. A cooperativa foi multada em R$100 mil por crime ambiental.

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6 de setembro de 2006
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5 de setembro de 2006

Gol no STF

O Supremo Tribunal Federal (STF) julgou improcedente pedido de liminar contra a criação da Reserva Biológica das Araucárias, no Paraná. Ele foi feito pela Companhia Florestal Guapiara, que explorava florestas em partes dos 16 mil hectares destinados à Unidade de Conservação. A empresa, no seu pedido, alegou que não havia sido feito um estudo técnico para embasar a criação, que não houve consulta pública sobre a proposta federal e, finalmente, que seu trabalho na área não resultou em danos ao meio ambiente. Eros Grau, ministro encarregado de apreciar a liminar, considerou os dois argumentos iniciais uma bobagem. Sobre o terceiro, cumprimentou a companhia, mas disse que seu interesse não pode se sobrepujar ao interesse público.

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5 de setembro de 2006
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5 de setembro de 2006

Urna

A Federação de Agricultura do Estado do Pará entregou estudo ao governo estadual recomendando que um bom naco dos três milhões e 600 mil hectares na Calha Norte do rio Amazonas no Pará, demarcados para virarem a futura Floresta Estadual do Paru, sejam destinados à agropecuária. Defende os interesses de grileiros da região. Como é tempo de eleição, o governo paraense, em vez de simplesmente ignorar o pedido, resolveu tratá-lo com deferência. Pediu ao Imazon, responsável pelos estudos técnicos da Floresta do Paru para analisar a papelada.

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5 de setembro de 2006
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5 de setembro de 2006

Negócio ruim é exportar o atraso III

De Moacyr CastroCaro MarcosVou tomar seu tempo. Só um pouco. Você enriqueceu o meu tempo com o melhor texto publicado na imprensa hoje, uai! E olha que leio uns 15 jornais por dia na Internet. Dever de ofício.Pela primeira vez, você não foi filho de peixe. É certo que a expansão dos canaviais e seus engenhos de açúcar têm muito a ver com o desmatamento do Nordeste. Mas para um repórter, a história, se ele a soubesse, é bem mais saborosa do que essa constatação simplista. A lavoura canavieira do Nordeste é a raiz das piadas de português, no Brasil a fama vem do início da era colonial, Marcos! E além do próprio Gilberto Freire, se bem me lembro, os historiadores Alice e Paulo P. Canabrava, da USP, narram com mais destaque. Os senhores de escravos, para fazer a combustão em seus engenhos, cortavam as árvores e punham a preciosa madeira para queimar. Décadas e décadas... Não há mata Atlântica nem pacífica que resistam. Clique aqui para ler esta carta na íntegra.

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5 de setembro de 2006
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5 de setembro de 2006

Culpada

Cinco mil e quatrocentos quilômetros quadrados da Amazônia foram destruídos para dar lugar a plantações de soja entre 2001 e 2004. O número é de um estudo publicado na revista da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos que cruzou imagens de satélite e levantamentos de campo. Segundo o jornal Folha de São Paulo, a pesquisa vai de encontro ao argumento dos agricultores de que eles só ocupam áreas já desmatadas para pastagens. Os cientistas relacionaram as taxas anuais de desmatamento ao preço da soja . E dizem que o potencial para expansão do grão – com o conseqüente desflorestamento – ainda é grande. Basta que, para isso, o seu preço suba no mercado externo.

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5 de setembro de 2006
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5 de setembro de 2006

Na mira

Entre os 58 mandatos de prisão emitidos para a Operação Daniel, sete eram destinados a funcionários do Ibama dos escritórios de Ji-Paraná e Costa Marques, três a agentes da Polícia Rodoviária Federal de Rondonópolis e um ao coordenador técnico da Secretaria de Desenvolvimento Ambiental de Rondônia. Fora 42 empresários. Entre estes últimos foram detidos os "Guarinos", pai e filho que ajudavam a cooptar servidores para o esquema de madeira ilegal e que já haviam sido presos na Operação Curupira II. Mesmo respondendo a processo, eles continuaram a fraudar ATPFs.

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5 de setembro de 2006
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5 de setembro de 2006

Vítimas

O esquema de fraude nos planos de manejo em Rondônia durou 5 anos e as principais vítimas foram as unidades de conservação no estado. O Parque Estadual do Guajará Mirim, o Parque Nacional Pacáas Novos e a Reserva Biológica do Guaporé eram os alvos prediletos dos criminosos. O governo não soube estimar quanto em madeira e em dinheiro as atividades ilegais renderam nesses anos.

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5 de setembro de 2006
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5 de setembro de 2006

Negócio ruim é exportar o atraso II

De Jorge MeditschPrezado Marcos,Sou jornalista, tenho uma coluna mensal na revista Autoesporte e edito um site chamado AutoEstrada. Evidentemente, gosto muito de automóveis e, por isso mesmo, me preocupo com a relação deles com o ambiente e sua influência em nossa vida diária.Li seu artigo hoje no Estadão e, de início, concordo com sua posição sobre os riscos do álcool. Acho que a idéia de nos transformarmos numa Arábia Saudita da cana é uma fantasia. Também me preocupa a onda da moda, o bio-diesel - acho que não vamos salvar o planeta com ele.Por outro lado, creio haver algumas incorreções nos seus comentários sobre o Honda Civic. Nos Estados Unidos, o Civic híbrido é uma das várias versões do carro e, infelizmente, a menos vendida (é a mais cara, excetuando o modelo esportivo SI). O Civic Híbrido custa entre U$ 22150 e US$ 23.265 - as versões tradicionais começam por US$ 14.360. Vale lembrar que o híbrido paga menos impostos, tanto na hora da compra quanto no licenciamento.Clique aqui para ler esta carta na íntegra.

Por Redação ((o))eco
5 de setembro de 2006