Questão de fé

Ciência e religião são potenciais aliados na luta pela proteção do meio ambiente. É o que pensa o professor de Harvard e vencedor do prêmio Pulitzer E. O. Wilson, que lançou um livro sobre o assunto, “The Creation: An Appeal to Save Life on Earth”. Wilson diz que a conexão entre as duas correntes de pensamento (muitas vezes divergentes) está no possível compromisso de pessoas religiosas com a conservação – afinal, trata-se de salvar a criação divina, escreve o Planet Ark. →

Por Carolina Elia
6 de setembro de 2006

Evolução

O jornal inglês The Independent segue noticiando as mais recentes descobertas envolvendo o fascinante mundo dos símios. Na edição desta quarta-feira, conta que os chimpanzés desenvolveram por conta própria a capacidade de atravessar estradas. Sem a ajuda de sinais de trânsito. Um estudo realizado na Guiné pela Universidade de Stirling concluiu que os macacos machos protegem as fêmeas e os filhotes tomando a dianteira e a retaguarda das filas quando caminham por áreas perigosas. Os pesquisadores dizem que a descoberta pode ajudar a compreender a evolução da organização social humana. →

Por Redação ((o))eco
6 de setembro de 2006

Paixão por papagaios

O australiano Joseph M. Forshaw, considerado o maior especialista em papagaios do mundo, falou sobre sua paixão e sua preocupação acerca da preservação dos pássaros, em entrevista ao The New York Times. Ele afirma que a convivência entre papagaios e seres humanos é muito antiga e acredita que os atrativos dessa espécie de pássaro são sua inteligência, beleza e lealdade. E segundo o especialista, o que os difere dos outros animais de estimação é que são capazes de imitar a fala humana, como se conversassem com seus donos. Mas ele afirma que a procura por espécies raras, prejudicadas pelo contrabando, é um grande problema. Sua sugestão é que as pessoas criem apenas papagaios nascidos em cativeiro. →

Por Redação ((o))eco
6 de setembro de 2006

Sem medo

Depois do trágico acidente que matou o australiano Steve Irwin, estão saindo notícias equivocadas sobre raias ou arraias. É o que afirma o biólogo... →

Por Redação ((o))eco
6 de setembro de 2006

Imprudência

Ainda segundo Szpilman, 99% dos acidentes com raias são provocados por pescadores que insistem em capturá-las ou por mergulhadores que tentam... →

Por Redação ((o))eco
6 de setembro de 2006

Corrida de aventura

É época de corridas de aventura e neste mês mais uma acontece em Atibaia, no interior de São Paulo. É o Try On Adventure Meeting- Copa North, que... →

Por Redação ((o))eco
6 de setembro de 2006

Cordilheira mineira

Esta semana começou a Expedição Desafio Espinhaço, um trekking que vai percorrer 500 quilômetros em 22 dias pela crista de uma das cadeias de... →

Por Redação ((o))eco
6 de setembro de 2006

Roraima desconhecida

Apesar das diversas montanhas acima de dois mil metros de altitude da região sudeste, algumas das que chegam mais próximas aos três mil metros... →

Por Redação ((o))eco
6 de setembro de 2006

Salto Angel

Se você optar por passeios no extremo norte do Brasil, não perca a oportunidade de conhecer, no lado venezuelano, a maior cachoeira do mundo, o... →

Por Redação ((o))eco
6 de setembro de 2006

Morte lenta

O vazamento de vinhaça, um subproduto da cana de açúcar, provocou a morte de centenas de peixes no córrego Guarani, a 300 quilômetros de Cuiabá, no Mato Grosso. A vinhaça escorreu dos tanques da Cooperativa Agrícola de Produtores de Cana de Açúcar de Mirassol D'Oeste na madrugada de 27 de agosto e, ao reduzir a quantidade de oxigênio na água, matou lambaris, piaras, traíras, bagres e piraputangas. A cooperativa foi multada em R$100 mil por crime ambiental. →

Por Redação ((o))eco
6 de setembro de 2006

Gol no STF

O Supremo Tribunal Federal (STF) julgou improcedente pedido de liminar contra a criação da Reserva Biológica das Araucárias, no Paraná. Ele foi feito pela Companhia Florestal Guapiara, que explorava florestas em partes dos 16 mil hectares destinados à Unidade de Conservação. A empresa, no seu pedido, alegou que não havia sido feito um estudo técnico para embasar a criação, que não houve consulta pública sobre a proposta federal e, finalmente, que seu trabalho na área não resultou em danos ao meio ambiente. Eros Grau, ministro encarregado de apreciar a liminar, considerou os dois argumentos iniciais uma bobagem. Sobre o terceiro, cumprimentou a companhia, mas disse que seu interesse não pode se sobrepujar ao interesse público. →

Por Redação ((o))eco
5 de setembro de 2006