Atropelado

A invasão israelense da faixa de Gaza e do Líbano atingiu mortalmente as pretensões do primeiro-ministro inglês Tony Blair na reunião do G-8 na Rússia no último fim de semana. Blair queria que o comunicado final do encontro fosse pródigo em referências ao comprometimento dos principais países industrializados com a luta contra o aquecimento global. Num texto dominado pela crise no Oriente Médio, o assunto ganhou uma linha dizendo basicamente que ele é um problema individual de cada país. →

Por Redação ((o))eco
17 de julho de 2006

Venceu

Blair deixou a Rússia com apenas uma vitória no bolso do paletó. Foi o apoio francês a posição inglesa de que qualquer discussão futura de energia no G-8 esteja subordinada à discussão sobre seu impacto no clima. →

Por Redação ((o))eco
17 de julho de 2006

Perdeu

Em compensação, alemães e ingleses se degladiaram por conta da energia nuclear. A Inglaterra, que não enfrenta boa perspectiva futura de produção de energia, está fazendo investimentos pesados em matrizes nucleares, inclusive porque ela não contribui para o aumento do efeito estufa. Mas a Alemanha está desativando suas usinas porque acredita que elas ainda são essencialmente inseguras. Os diplomatas de Berlim brigaram para incluir no texto final do encontro um aviso de cautela sobre o uso de energia nuclear. Ganharam. →

Por Redação ((o))eco
17 de julho de 2006

Tudo como está

Rode Martins, procuradora jurídica da Fundação Estadual do Meio Ambiente de Santa Catarina (Fatma), afirmou que não existe mais a ameaça de recategorização do Parque Estadual da Serra do Tabuleiro, em Santa Catarina. O assunto surgiu quando moradores do entorno da unidade de conservação reclamavam do excesso de invasões na área. Mas depois de muita discussão, Ongs locais e o governo estadual optaram pela manutenção da integridade do parque. →

Por Redação ((o))eco
17 de julho de 2006

Problemas adiante

Mas o caso não foi encerrado. A Fatma recebeu duas propostas, que estão sendo analisadas para minimizar os impactos das unidades de conservação catarinenses sobre a população. Uma pede a revogação do decreto estadual que estabelece Área de Proteção Especial no raio de 500 metros no entorno das áreas protegidas estaduais e outra para que seja retomada a regularização fundiária do Parque do Tabuleiro, o maior de Santa Catarina. →

Por Redação ((o))eco
17 de julho de 2006

Desalojados

Durou menos de 12 meses o conforto da Polícia Ambiental de Santa Catarina, que depois de esperar 15 anos por um prédio próprio, está tendo que deixar o edifício. Inaugurada em agosto de 2005, a sede da corporação já apresenta rachaduras e, em algumas salas, o forro começou a despencar. Um engenheiro designado pela Justiça fez um laudo que constatou risco de desabamento. O prédio custou R$ 300 mil reais aos cofres públicos. →

Por Redação ((o))eco
17 de julho de 2006

Cuidado nunca é de mais

Para aprender a cuidar de sua bicicleta até nos momentos em que ela falha, um curso de mecânica especializada no assunto não cai mal. Em Campinas... →

Por Redação ((o))eco
14 de julho de 2006

Bom destino

A região em torno do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, em Goiás, oferece opções variadas de atividades esportivas em cenários naturais dos... →

Por Redação ((o))eco
14 de julho de 2006

Marketing

A cidade de Corumbá, no Mato Grosso do Sul, pretende brigar para trazer turistas interessados em seus encantos pantaneiros. A cidade abriga 60% do... →

Por Redação ((o))eco
14 de julho de 2006

Reta final

Na última consulta pública realizada quinta-feira, em Belém, a proposta de criação da Floresta Estadual do Paru, na Calha Norte paraense, passou sem maiores problemas. Só falta agora assinar o decreto. O governador Simão Jatene comprometeu-se a fazê-lo no dia 20 de julho. →

Por Redação ((o))eco
14 de julho de 2006

Browser

Uma dica do Realclimate.org, o blog dedicado à discussão do aquecimento global. Spencer Weart, um dos grandes especialistas no assunto, montou um site na internet que conta em linguagem para leigos toda a história desse conceito científico desde fins do século XIX, quando era considerado coisa de maluco. →

Por Redação ((o))eco
14 de julho de 2006