O calor que maltrata

Recifes de corais se reduziram a pedregulhos embranquecidos graças ao aumento da temperatura global nos oceanos, alerta o jornal The Independent. Os recifes estão entrando em colapso e não conseguem se regenerar, dizem os cientistas. Aos poucos, eles se tornam lar apenas para algas e pedras, com pouquíssimos peixes. →

Por Redação ((o))eco
16 de maio de 2006

Pouca água

Moradores do sul de Londres enfrentam racionamento de água. Eles terão que compartilhar suas reservas com a região sudeste, que enfrenta a pior seca dos últimos cem anos. O índice pluviométrico nunca foi tão baixo. A notícia está no Independent. →

Por Redação ((o))eco
16 de maio de 2006

Internet verde

Até julho, o nova-iorquino terá a possibilidade de acessar internet sem fio e de graça em toda a extensão do Central Park. A idéia é que até o fim do verão haja conexão também em outros três grandes parques. Segundo o The New York Times, Nova York pode estar tentando emparelhar com cidades como Filadélfia e São Francisco, que se propuseram a criar redes wireless que cubram toda a região metropolitana, gratuitamente. →

Por Redação ((o))eco
16 de maio de 2006

Fato

Ana Cristina Barros, da ong The Nature Conservancy (TNC), ligou para Manoel Francisco Brito, de O Eco, para corrigir uma informação da reportagem “Duas ongs, duas visões”, que foi ao ar nestas páginas eletrônicas no domingo, 14 de maio. Disse que foi dela a iniciativa de quebrar o gelo e ir cumprimentar Paulo Adário, do Greenpeace, quando os dois, que desenvolvem ações diferentes com sojicultores em Santarém, se encontraram acidentalmente em um restaurante da cidade na última sexta-feira. Assessores de Adário que presenciaram a cena confirmam sua versão. →

Por Carolina Elia
16 de maio de 2006

Mais um

O Greenpeace tem em mãos provas que, além do McDonalds, outra cadeia mundial de restaurantes fast-food está comprando de subsidiárias da Cargill frangos alimentados com soja produzida na Amazônia. Amanhã, a Ong trará seu nome à baila como uma das responsáveis diretas pelo incentivo do desmatamento da região para o plantio de grãos. →

Por Redação ((o))eco
16 de maio de 2006

Esperança

A estratégia da Ong é pôr pressão em grandes consumidores nos mercados da Europa e dos Estados Unidos para barrar o avanço da soja sobre a floresta amazônica brasileira. Na semana que vem, o McDonalds dirá aos representantes do Greenpeace, numa reunião em Londres, se vai ou não parar com a compra de frangos alimentados com soja produzida na Amazônia. A Ong acha que a resposta será sim. →

Por Redação ((o))eco
16 de maio de 2006

Confronto

A pressão sobre os mercados consumidores é a principal arma que o Greenpeace está usando para barrar os desmatamentos provocados pela monocultura de grãos na região Norte do país. Mas a Ong pretende continuar a agir também na área de Santarém, Oeste do Pará, onde promete novas ações de protesto para os próximos dias. →

Por Redação ((o))eco
16 de maio de 2006

Violência

Os sojicultores de Santarém e Belterra prometem chicotear, daqui para a frente, os ativistas do Greenpeace que caírem em suas mãos. O maior sinal de que estão falando sério é que na última semana, os estoques de chicotes nas lojas da cidade se esgotaram. →

Por Redação ((o))eco
16 de maio de 2006

Raio de ação

O embate contra o desmatamento provocado pela soja na Amazônia deverá se estender ainda esta semana da área de Santarém para o rio Amazonas. →

Por Redação ((o))eco
16 de maio de 2006

Crescente

A série histórica que o Imazon está montando sobre a expansão da rede de estradas clandestinas da Amazônia, a principal ponta de lança do desmatamento na região, continua produzindo números impressionantes. Faltando ainda 20% da região para ser analisada com base em imagens de satélite tiradas em 2003, os pesquisadores já descobriram uma rede não oficial com 158 mil quilômetros de extensão. A última vez que O Eco tocou nesse assunto, a conta estava em 96 mil quilômetros. →

Por Redação ((o))eco
16 de maio de 2006

Poço de índio

A água do Parque Indígena do Xingu, no Mato Grosso, está contaminada por dejetos orgânicos, diz estudo realizado pelo Ministério do Meio Ambiente, sob encomenda do Banco Mundial. Algumas tribos – que usam a água para beber e cozinhar, além de comerem basicamente peixe - já deixaram de usar a água do rio e estão cavando poços artesianos. Segundo um outro estudo feito pelo Ministério das Cidades em 14 cidades da Bacia do Xingu, apenas Sinop tem aterro sanitário, mesmo assim deficiente. →

Por Redação ((o))eco
15 de maio de 2006

E mais

O responsável pela pesquisa para o Banco Mundial, o antropólogo americano Thomas Gregor, da Universidade de Vanderbilt (EUA), acredita ser grande a possibilidade de contaminação da água por agrotóxicos, em virtude do uso intensivo da substância nas fazendas próximas e pelo tipo de inclinação do terreno na região. Ele também alerta que em época de chuva, grande quantidade de lixo rural vai parar nos cursos d´água, provocando poluição e assoreamento. →

Por Redação ((o))eco
15 de maio de 2006