Mandíbulas

Tem duas notícias sobre tubarões em notas abaixo e aqui vão mais duas. Uma está na National Geographic. Diz que nos últimos 5 anos, os ataques de tubarões contra humanos vem caindo e 2005 não foi uma exceção a essa regra. No ano passado, de acordo com estudo da Universidade da Flórida, houve 58 ataques confirmados, 7 a menos que no ano anterior. As razões para a queda tem pouco a ver com os bichos e tudo a ver com os humanos. Nas últimas duas décadas, as populações de tubarões nos oceanos caiu sensivelmente. Além disso, menos gente, por conta de manifestações naturais como chuvas torrenciais e furacões, tem caído n’água. A outra reportagem sobre o mesmo tema está no Mail & Guardian da África do Sul e conta que as Seychelles proibiram uma prática comum em suas águas territoriais: pescar tubarões para cortar apenas suas barbatanas. Além de cruel, porque o bicho é devolvido ao mar sem membros fundamentais para sua locomoção, esse tipo de pesca estava pressionando os estoques pesqueiros do país.

Por Redação ((o))eco
23 de fevereiro de 2006

Navio-fantasma

O Clemenceau, antiga nau capitânia da Armada francesa e irmão gêmeo do nosso porta-aviões São Paulo, virou um navio fantasma. Desativado, ia ser enviado à Índia para ser desmontado e vendido como sucata. Ambientalistas da Europa e Ásia acusaram a França de estar exportando poluição, porque o Clemenceau tem praticamente toda a sua estrutura revestida

Por Redação ((o))eco
23 de fevereiro de 2006

Cultura, por enquanto, inútil

A National Geographic anuncia a descoberta de um novo objeto cósmico e como quase tudo que se relaciona ao espaço, é praticamente impossível entender do que se trata. São estrelas de neutros comprimidas, que muito pouca gente faz idéia do que é, que receberam um nome que não vai torná-las mais palatáveis aos leigos, Radio Rotadores Transientes. Na imagem, se parecem com uma mola dobrada sobre a qual passa um laço de fita. Nem os especialistas sabem para que elas servem.

Por Redação ((o))eco
23 de fevereiro de 2006

Frangostein

No Guardian, uma reportagem informa que cientistas conseguiram fazer crescer dentes em galinhas. Isso mesmo. O que parece ser um piro científico, no fundo, é uma espécie de marco da manipulação genética. Os sábios alcançaram sua façanha fazendo um gene adormecido nos galináceos, herdados de seus antepassados e que provocavam neles o crescimento de dentes, acordar. Aparentemente, até então, esse tipo de mutação só acontecia quando se introduziam genes estranhos no organismo do animal.

Por Redação ((o))eco
23 de fevereiro de 2006

Sabichões

A malandragem não tem limites. Nem nos Estados Unidos. O Departamento de Gestão de Terras, responsável por verificar a atuação de empresas privadas em terras que pertencem à União, aumentou a burocracia que seus funcionários têm que cumprir ao longo do expediente. O resultado, segundo o The Washington Post, é que praticamente ele não tem mais fiscais no campo. A burocratização do trabalho no órgão coincidiu com o aumento da exploração petrolífera nas terras públicas americanas.

Por Redação ((o))eco
23 de fevereiro de 2006

Dormindo com o inimigo

O WWF está prestes a assinar um acordo com um dos maiores vilões ambientais do mundo, a April, uma madeireira baseada em Cingapura e que é responsável por boa parte da devastação da floresta nativa da Indonésia nos últimos 20 anos. O acordo prevê que áreas sensíveis para a biodiversidade e ainda intactas ficarão a salvo das motosserras da April. Em troca, o WWF ajuda a empresa, que tem péssimo nome no mercado internacional, a reatar relações com clientes na Europa e nos Estados Unidos que deixaram de comprar sua madeira e celulose por conta de suas horrorosas práticas ambientais. As conversas entre as duas partes estão sob fogo de ambientalistas e comunidades nativas na Indonésia. Ambos acusam o WWF de lutar para legalizar o que é ilegal. Essa tendência de abraçar o inimigo vai ficando cada vez mais clara entre as Ongs de porte, como a WWF e a The Nature Conservancy. A notícia está no The Wall Street Journal.

Por Redação ((o))eco
23 de fevereiro de 2006

A perereca-verde

No verão da gigoga, a perereca-verde (Hyla albomarginata) foi encontrada por Marcos Sá Corrêa no Rio de Janeiro, num pequeno lago artificial de...

23 de fevereiro de 2006

Sandália da humildade

Meses depois do furacão Katrina ter arrasado Nova Orleans, a Casa Branca reconheceu a sua parcela de culpa. Foi divulgado nesta quinta-feira um relatório apontando as falhas do governo ao lidar com a tragédia. Além de admitir que o país aprendeu pelo menos 17 lições com o ocorrido, os relatores ainda dão 125 dicas para o presidente Bush evitar uma nova catástrofe. A história está no Washington Post.

Por felipe Felipe Lobo
23 de fevereiro de 2006

História de pescador

Um tubarão da espécie mangona esteve no lugar e na hora errada quando resolveu aparecer nas imediações da Praia de Grumari, no Rio de Janeiro. Foi pescado e morto e terá sua carne vendida para restaurantes. Os pescadores alegam terem sido atacados, mas biólogos afirmam ao jornal O Dia que esse comportamento não é normal da espécie.

Por felipe Felipe Lobo
23 de fevereiro de 2006

Pouco tubarão

Estudo realizado por pesquisadores da Aberdeen University revela que os tubarões só habitam 30% do oceano e nunca ultrapassam os 3 mil metros de profundidade. O que significa que nadam sempre ao alcance das redes de pesca, um perigo para perpetuação do predador. Segundo reportagem da BBC, a novidade desanimou os pesquisadores que esperavam encontrar novas espécies na imensidão azul.

Por Redação ((o))eco
23 de fevereiro de 2006

Eles estão evoluindo

Cientistas ingleses e alemães filmaram chimpanzés no Congo usando desta vez “kits de ferramentas” para retirar cupins debaixo da terra. As imagens revelam, pela primeira vez, a utilização simultânea de dois diferentes tipos de ferramentas pelos animais. Os cientistas acreditam que essa é a mais sofisticada cultura observada até hoje entre primatas do gênero, revela o inglês The Independent.

Por Redação ((o))eco
23 de fevereiro de 2006

Gelo ao mar

As geleiras da Groelândia estão despejando no Oceano Atlântico o dobro de gelo que despejavam há dez anos, segundo pesquisa divulgada na revista Science. Com isso, o nível dos oceanos pode subir mais depressa. Cientistas da Universidade de Cambridge dizem que o aumento pode chegar a sete metros se a Groelândia desaparecer. A notícia saiu no Globo.

Por Redação ((o))eco
23 de fevereiro de 2006