F-1 verde

A Folha de S. Paulo diz que as montadoras que estão por detrás da Fórmula-1, entre elas BMW e Honda, vão passar a partir do ano que vem a usar seus bólidos para desenvolver tecnologias de combustão limpas. O uso de carros de corrida como cobaias para testar tecnologias que depois chegam aos veículos de passeio é antigo. Mas a decisão de fazer testes para aumentar a eficiência dos motores e reduzir emissões de poluentes na atmosfera é uma tremenda novidade. Merece aplauso.

Por Redação ((o))eco
29 de novembro de 2005

Saber amazônico

Na Folha de S. Paulo também, outra reportagem diz que quase 70% dos estudos e pesquisas sobre a Amazônia são feitas por estrangeiros. O que não deixa de ser algo óbvio. Afinal, europeus e americanos, além de recursos, dominam a maior parte do conhecimento humano. A conta serviu para bulir com os nervos nacionalistas de alguns pesquisadores. Um dos entrevistados, Carlos Nobre, do Inpe, coloca as coisas dentro de uma perspectiva, digamos assim, mais sensata e científica. Afirma que os estudos, sejam de brasileiros ou estrangeiros não são nenhum segredo, estão acessíveis a qualquer um e, no geral, ajudam a aumentar o entendimento global sobre a região.

Por Redação ((o))eco
29 de novembro de 2005

A petrolífera relutante

A British Petroleum, definitivamente, quer ser conhecida como empresa de energia e não apenas uma petrolífera. O The Wall Street Journal conta que a empresa vai investir, nos próximos 10 anos, 8 bilhões de dólares no desenvolvimento de energias alternativas.

Por Redação ((o))eco
29 de novembro de 2005

Vade retro

A Suíça impôs moratória de 5 anos ao plantio de transgênicos em solo nacional. Quer ter certeza que seu uso terá o menor impacto possível no meio ambiente. O governo que tomou a decisão é de direita e as pesquisas indicam que pelo menos nesse assunto, ele conta com o apoio de 80% da população. A notícia está no Le Monde.

Por Redação ((o))eco
29 de novembro de 2005

A erupção tranquila

Não há explosões, cheiro de enxofre e tampouco lava escorrendo. O único sinal de que o Monte Santa Helena no estado de Washington, Estados Unidos, está em erupção é a fumacinha e um amálgama pastoso de rochas semi derretidas que escorre pelas bordas de sua boca. Essa erupção sem a fúria comumente associada aos vulcões que entram em atividade já dura 15 meses. Uma reportagem no The New York Times explica o que anda acontecendo por lá.

Por Redação ((o))eco
29 de novembro de 2005

Varredura

Ao percorrer 4 mil quilômetros de floresta amazônica no Parque Nacional do Tumucumaque, Amapá, pesquisadores encontraram cerca de 660 espécies de fauna e flora. Incluindo cobras nunca antes vistas no Brasil e árvores com 3,5 metros de diâmetros. Ao todo foram 4 expedições organizadas pela Conservação Internacional com a participação de técnicos do Ibama e do Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Estado do Amapá (IEPA).

Por Redação ((o))eco
29 de novembro de 2005

Exemplo

Há cinco anos, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região, em Porto Alegre, criou uma comissão de funcionários para fazer a gestão ambiental de seus trabalhos. Os resultados são impressionantes. A reciclagem de papel salvou 3.106 árvores do corte. E a economia de água no período chegou a quase 14 milhões de litros, o equivalente ao uso de um dia de uma cidade com 70 mil habitantes.

Por Redação ((o))eco
29 de novembro de 2005

Azar dos tubarões

A turma que cuida da saúde dos tubarões que nadam pela nossa costa está fula da vida com o Ministério do Meio Ambiente. Tudo por conta das alterações feitas na lista de espécies em extinção. Um tipo de tubarão foi retirado dela. Outros dois tiveram seu status de proteção rebaixado. Como elas tinham entrado na lista em 2004 e todo mundo sabe que num espaço de um ano nem o super-homem consegue reverter a situação de ameaça que paira sobre uma espécie, desconfia-se que a mudança foi feita apenas para livrar a indústria pesqueira de problemas legais.

Por Redação ((o))eco
29 de novembro de 2005

Numa gelada

O jovem escritor Joca Reiners Terron, sedentário paulistano, aceitou convite da revista Trip para acompanhar os últimos dias da Ecomotion Pro,...

Por Lorenzo Aldé
28 de novembro de 2005

Fruto proibido

Longa reportagem no The New York Times aponta Cuba como um dos maiores potenciais turísticos do mundo. Empresas americanas estão loucas para...

Por Lorenzo Aldé
28 de novembro de 2005

Deixa o tio

Esporte radical é sinônimo de juventude, mas convém respeitar os pioneiros. O site Viva Favela encontrou um grupo de skatistas quarentões de Duque...

Por Lorenzo Aldé
28 de novembro de 2005

Grave

Pesquisadores do Inpe e de outras instituições que utilizam imagens dos satélites Landsat e Cbers-2 para fiscalizarem o território nacional, principalmente as florestas, andam preocupados. O Landsat está há 21 anos no espaço e pode morrer a qualquer momento. Já o Cbers é mais novo, 2 anos, mais isso para ele, que funciona no momento com apenas uma bateria, é muito e corre o risco de ser aposentado antes que um substituto seja lançado em 2007. Conclusão: a fiscalização do desmatamento no Brasil pode ficar às escuras.

Por Redação ((o))eco
28 de novembro de 2005