Ressaca

A orla de Fortaleza foi alvo de uma forte ressaca no começo desta semana. As ondas chegaram a 3 metros de altura e chegaram a provocar estragos na Ponte dos ingleses. O fenômeno é surpreendente porque as ressacas costumam acontecer entre dezembro e janeiro, conta a Folha de São Paulo (só para assinantes).

Por Redação ((o))eco
19 de outubro de 2005

Água da floresta

Quem visita o Parque Nacional da Tijuca (RJ) e já vai querendo beber água das fontes deve tomar cuidado. Uma pesquisa da ong Instituto Terrazul mostrou que das 28 bicas monitoradas pelo projeto Água em Unidade de Conservação, iniciado em janeiro deste ano, apenas duas atendem a legislação e estão livres de coliformes fecais.

Por Redação ((o))eco
18 de outubro de 2005

Floresta de Cego

O Ibama descobriu um desmatamento de 50 mil hectares em Cumaru do Norte, no Sul do Pará, em terras que pertencem a dez fazendeiros. Oitenta por cento das árvores foram cortadas este ano. Para se ter uma idéia do estrago, nos últimos três anos a região perdeu 75 mil hectares de floresta. O mapa do Deter de agosto mostra como Cumaru esta cada vez menos verde. O mega desmatamento foi detectado pelo Ibama nos últimos 3 meses. O que é inexplicável. Desde fevereiro de 2004 está em operação o Deter, capaz de enxergar desmates acima de 25 ha com no máximo 30 dias de defasagem.

Por Redação ((o))eco
18 de outubro de 2005

Na pata do boi

A principal história a ser contada sobre o município de Cumaru do Norte tem pouco a ver com o flagrante dado nos desmatadores nesta terça-feira, e muito mais com o fato de que lá eles agem impunemente há pelo menos cinco anos. Um levantamento feito pelo Instituto do Homem e do Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) mostra que a taxa de desmatamento anual na área vem se mantendo altíssima. Em média 50 mil hectares de mata vão para o chão todos os anos. O trabalho do Imazon também deixa claro qual é o principal motor dessa devastação: a criação de pastos para a pecuária. Hoje há nada menos do que 200 mil cabeças de gado pastando onde antes havia floresta.

Por Redação ((o))eco
18 de outubro de 2005

Conta outra

A explicação oficial para o aumento do desmatamento na região é que o anúncio da criação de unidades de conservação na Terra do Meio fez com que os focos de desmates migrassem para Cumaru do Norte.

Por Redação ((o))eco
18 de outubro de 2005

Remos a postos

Caiaque não é canoa, embora ambos sejam versáteis o suficiente para servir a programas familiares, aventuras em corredeiras e até expedições de...

Por Redação ((o))eco
18 de outubro de 2005

Rio abaixo

Por falar em corredeiras, a edição deste mês da revista National Geographic traz o incrível relato do fotógrafo Christian Knepper e do canoista...

Por Redação ((o))eco
18 de outubro de 2005

Vigilância

Uma reportagem do Wall Street Journal mostra que a gripe do frango preocupa a Organização Mundial de Saúde (OMS) desde fevereiro. Há 8 meses seus técnicos e diretores têm acompanhado cada caso no sul da Ásia e esperado o momento certo para alertar o mundo sobre uma pandemia.

Por Redação ((o))eco
18 de outubro de 2005

A la grega

Enquanto a OMS fica cheia de dedos para confirmar uma pandemia , a Grécia anunciou que a gripe do frango chegou ao seu território. É o primeiro caso oficial na União Européia. Se a pandemia pegar mundo afora, mais de 700 mil pessoas podem morrer, calcula o The Guardian.

Por Redação ((o))eco
18 de outubro de 2005

Enquanto isso..

Mais três focos de febre aftosa foram confirmados no Mato Grosso do Sul. O governo tenta provar agora a tese de que o problema começou com o contrabando de uma vaca paraguaia . O país vizinho jura de pé junto que não sofre deste mal, mas também não deixa ninguém averiguar, conta a Folha de São Paulo.

Por Redação ((o))eco
18 de outubro de 2005

Chapéu assassino

Os britânicos enfrentam um problemão. Um dos maiores símbolos do país, os soldadinhos que usam chapéus pretos e peludos compridos nas portas dos palácios, são ecologicamente incorretos. Os chapéus são feitos de pele de urso caçados no Canadá. O exército busca um material sintético que tenha a mesma qualidade, mas tá difícil de encontrar. Enquanto isso, os militares enfrentam a ira dos defensores de animais, diz o Wall Street Journal.

Por Redação ((o))eco
18 de outubro de 2005

Revolução dos lobos

A introdução de vinte e poucos lobos no parque americano de Yellowstone na década de 90 virou de cabeça para baixo o ecossistema local. Em dez anos, os lobos se multiplicaram para 130 espécimes e acabaram com o sossego dos alces, que são cada vez mais raros de ser ver. A necessidade dos alces de se esconderem dos lobos provocou mudanças até na vegetação do parque e cientistas imaginam que em 30 anos Yellowstone terá outra cara. Segundo o The New York Times, não dá para responsabilizar os lobos por todas as mudanças, mas que eles provocaram uma pequena revolução natural, provocaram.

Por Redação ((o))eco
18 de outubro de 2005