Dia da caça

Comissão do governo sul africano recomendou o fim da caça em fazendas específicamente criadas para este fim. Elas criam animais nativos em cativeiro e, por um preço alto, soltam os bichos em seus terrenos para serem fuzilados. A comissão diz que do ponto de vista moral, esse tipo de caça é abominável, porque o bicho nascido em cativeiro não só sabe menos que seus “primos” criados na natureza como, cercado, não tem muito por onde tentar escapar. Segundo a Environmental News Service, por razões diferentes, a mesma comissão pediu que a caça nos entornos de parques nacionais fosse proibida. Disse que ela não tem contrôle e nem fiscalização. Difícil imaginar que as proibições, se forem adotadas nesse contexto, consigam ser implementadas. →

Por Redação ((o))eco
27 de outubro de 2005

Calor sem culpa

Outra comissão, esta do governo inglês, pediu subsidios anuais de 20 milhões de libras para incentivar escolas e hospitais a trocarem seus sistemas de aquecimento, hoje dependentes de combustíveis fósseis, para outros que funcionem com lenha. Juram, diz o Guardian, que isso reduzirá as emissões de carbono do país em 3 milhões de toneladas. →

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27 de outubro de 2005

Impacto profundo

O futuro da pesca profunda em águas internacionais está sendo intensamente discutida na ONU, informa o Le Monde. Tecnologias novas à disposição dos pesqueiros, como GPS e sonares e equipamentos de pesca, estão colocando a biodiversidade em águas com mais de 100 metros de profundidade, sob ameaça. As Nações Unidas querem antes de tudo chegar →

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27 de outubro de 2005

Rumo ao tetra

O governador de Mato Grosso, Blairo Maggi, que por três anos seguidos levou seu estado ao posto de campeão do desmatamento na Amazônia, parace disposto a alcançar o tetra. Tudo indica, com uma super mãozinha do governo federal. O Diário de Cuiabá diz que o governador andou por Brasília passando o pires atrás de dinheiro do governo para obras de infra-estrutura. Levou 31 milhões de reais para recauchutar uma estrada, a BR-158, e mais 2,5 milhões para tapar buracos na BR-163. →

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27 de outubro de 2005

Documento da seca

Depoimentos, vídeos e fotos da seca na Amazônia podem ser encontrados no site do Greenpeace. Uma equipe de ativistas viajou para alguns dos lugares que mais sofreram com a estiagem para documentar, entre outras coisas, os bancos de areia no rio Solimões e o lago do Rei, perto de Manaus. Com mais de 12 mil hectares de superficie, ele foi reduzido a poças que, somadas, sequer chegam a mil hectares. →

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27 de outubro de 2005

Há controvérsias

Pesquisadores de todo país que estiveram reunidos no Congresso Brasileiro de Engenharia de Pesca, em Fortaleza (CE), fizeram um abaixo-assinado rejeitando a proposta de suspender a pesca profissional no Pantanal até 2009. Os especialistas questionam as bases científicas que levaram os governos de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul a essa decisão. A Embrapa afirma que, com exceção do pacu, seus estudos não indicaram que os peixes têm diminuído nos rios da região. →

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27 de outubro de 2005

Memórias pioneiras

Arlene Blum, uma das mais importantes mulheres da história da escalada, lança o livro “Breaking Trail”, com crônicas sobre suas aventuras. O Los... →

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25 de outubro de 2005

Recantos sombrios

A Outside Magazine fez uma edição especial em homenagem ao Halloween. Entre as atrações assustadoras, uma seqüência de fotos apresenta sete... →

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25 de outubro de 2005

Sete mares

Falta pouco mais de uma semana para o início da Volvo Race, competição de barcos a vela da qual participarão nossos medalhões Torben Grael e... →

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25 de outubro de 2005

De cabeça

Pancada na cabeça tem limite. Parece óbvio, mas tem sempre uma pesquisa científica para tornar o alerta mais concreto. O jornal The New Tork Times... →

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25 de outubro de 2005

Não veio

O Inpe ainda não recebeu nenhum dos dados utilizados pelo professor Greg Asner e sua equipe para preparar um mapa, com auxílio de imagens de satélite, sobre o impacto do corte seletivo de árvores na Amazônia. Há muito se sabe que esse tipo de corte, típico de madeireiros, que só derruba árvores de valor comercial e deixa o mato à volta em pé, é ruim para a floresta. Mas sua extensão e localização geográfica nunca tinham sido cientificamente detectados até a semana passada, quando Asner assinou artigo na revista Science anunciando ter descoberto a solução do problema. →

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25 de outubro de 2005