Código quarentão

No dia 15 de setembro o Código Florestal brasileiro completou 40 anos de existência. A data quase passou em branco, mas foi salva por um seminário organizado pelo Ministério Público do Paraná, sobre o assunto. Segundo o jornal Paraná-online (pede cadastro), uma das questões mais debatidas foi o desrespeito que o código sofre na hora de construir hidrelétrica no estado. →

Por Redação ((o))eco
19 de setembro de 2005

Motosserras

Em Itaiópolis, Norte de Santa Catarina, o pouco que ainda resta de Mata Atlântica na região está sendo cortando sem piedade (foto). Não se está nem respeitando a mata que cresce em torno de nascentes ou nas margens dos rios. Os responsáveis são investidores em projetos de reflorestamento que pretendem plantar, no lugar da floresta nativa, pinus e eucaliptos. A Fatma, órgão ambiental catarinense, está de braçops cruzados. E o Ibama não tem estrutura suficiente na região para reprimir o desmatamento. →

Por Redação ((o))eco
16 de setembro de 2005

Vento contra

O J. P. Morgan prevê que a economia global no segundo semestre de 2005 será marcada pela subida da inflação e um aumento nos juros. A culpa, diz o bancão americano, é do furacão Katrina. →

Por Redação ((o))eco
16 de setembro de 2005

Boa Notícia

Em cinco anos, o Parque Nacional das Emas terá se recuperado do estrago provocado pelo incêndio que queimou 40% da área de cerrado que protege. A previsão foi feita pelo coordenador Nacional do Prevfogo, Heloiso Bueno Figueiredo. Claro, se não vier mais fogo por aí. →

Por Redação ((o))eco
16 de setembro de 2005

Cidade em pedaços

Primeiro veio o Katrina, depois uma enxurrada de informação que soterrou o lado ambiental do desastre. O Eco peneirou os jornais e resgatou esta história. →

Por Redação ((o))eco
16 de setembro de 2005

Índio odeia floresta

Os índios avá-guaranis que invadiram o Parque Nacional do Iguaçu com a desculpa de quererem uma floresta bem preservada para morar, já cortaram mais de 600 árvores, abocanharam mais 500 metros de mata pública e construíram 20 barracos. →

Por Carolina Elia
16 de setembro de 2005

Novo tombo

Os números do Deter – sistema baseado em satélite que monitora o desmatamento na Amazônia para o governo com uma defasagem de 30 dias apenas – para o mês de agosto desse ano foram positivos para a saúde da floresta. A derrubada de mato caiu 59% em relação aos 4 mil e 200 quilômetros quadrados registrados no mesmo mês do ano passado. →

Por Redação ((o))eco
15 de setembro de 2005

Enfim

O último jamegão oficial – o da 4ª Câmara do Ministério Público Federal – que faltava no Termo de Ajuste de Conduta (TAC) necessário para a retomada dos planos de manejo madeireiros no Pará foi colocado ontem no papel. →

Por Redação ((o))eco
15 de setembro de 2005

Alívio

A assinatura dos procuradores federais no TAC deixou aliviado o pessoal do governo federal que a partir desta sexta, dia 16 de setembro, começa a rodar cidades no Pará para defender, em audiências públicas, a criação de de 8 Unidades de Conservação na região de Novo Progresso, na BR-163. “Vai dar para chegar lá com alguns planos de manejo aprovados”, diz um membro da delegação. “Se todos estivessem parados, a proposta que vamos defender seria trucidada”. →

Por Redação ((o))eco
15 de setembro de 2005

Entretanto

De qualquer maneira, mesmo com o TAC, a turma de Brasília não espera dar um passeio nas audiências públicas. O número de planos de manejo que podem ser imediatamente liberados é ridículo. Apenas 14. Com um pouco de esforço, até o fim, da próxima semana, conseguiriam autorizar mais 30. É quase nada para uma indústria que passou o ano de 2005 praticamente parada. →

Por Redação ((o))eco
15 de setembro de 2005

Fim de papo

Quanto aos demais planos de manejo suspensos este ano no Pará, pouco mais de 300, não há a mais vã esperança de liberá-los agora. Além de estarem cheios de irregularidades, viraram alvo de disputa interna no Ibama. Os procuradores do órgão exigem que seja feita a plotagem georeferenciada, via satélite, dos terrenos que eles ocupam, todos em áreas que pertencem ao Pará. No ritmo em que funciona a burocracia do estado, isso é coisa que deve levar 6 meses. A área técnica do Ibama, com o apoio do Ministério do Meio Ambiente, sugeriu que eles recebessem a autorização mediante o compromisso de plotarem suas terras num futuro próximo. Os procurados disseram não. →

Por Redação ((o))eco
15 de setembro de 2005