Compensação

Por meio de um convênio com o Ibama, a MRN investe dinheiro para ajudar na conservação das áreas protegidas federais. Também pudera, a empresa retira da região 18 milhões de toneladas de bauxita por ano. A empresa é a maior produtora desse minério no mundo, formada a partir de uma joint-venture entre Companhia Vale do Rio Doce, Alcan, BHP Billiton Metais, Companhia Brasileira de Alumínio, Alcoa Brasil, Norsk Hydro, Alcoa World Alumina e Abalco.

Por Redação ((o))eco
7 de abril de 2008

Mais bauxita

A Mineração Rio Norte (MRN) anunciou que vai explorar outras seis jazidas de bauxita, no Pará. A empresa já explora o produto na região das federais Reserva Biológica do Rio Trombetas e Floresta Nacional do Saracá-Taquera, onde as jazidas estariam se exaurindo. A MRN promete entregar em breve o Relatório de Impacto Ambiental com seus novos planos de mineração, que devem entrar em campo a partir de 2009 e envolvem 257 milhões de toneladas de bauxita, matéria-prima do alumínio.

Por Redação ((o))eco
7 de abril de 2008

Sorriso maligno

Este "sorriso" um tanto maligno num tronco de palmeira chamou a atenção de Marcos Sá Corrêa no arboreto do Jardim Botânico do Rio de Janeiro,...

Por Redação ((o))eco
4 de abril de 2008

Obrigações iguais

Para o Ibama, os documentos só terão de diferente o nome. As obrigações para todas as cavernas serão praticamente as mesmas e dizem respeito à visitação e conservação. Cada cavidade, no entanto, terá sua restrição específica, dependendo da estrutura já existente. Na caverna do Diabo, por exemplo, os visitantes poderão entrar com roupas normais, inclusive bermuda, já que os caminhos são cimentados. Em outras, com menos estrutura, a visitação só poderá ser feita com equipamento espeleológico completo. Na próxima semana, o Ibama realiza mais vistorias no Petar e Intervales.

Por Redação ((o))eco
4 de abril de 2008

Cavernas interditadas

A Fundação Florestal ainda não conseguiu fazer com que as cavernas do Vale do Ribeira interditadas por falta de Plano de Manejo fossem reabertas, mas caminha para isso. Após a vistoria realizada in loco por técnicos da FF e do Ibama na última semana, os dois órgãos finalizaram o termo de referência para a contratação do Plano de Manejo Espeleológico das cavidades. Como as cavernas dos parques Intervales e Jacupiranga são alvos de ações civis públicas, FF e Ibama farão um acordo judicial para resolver o problema. Já para as cavernas do Petar, será feito um Termo de Ajustamento de Conduta.

Por Gustavo Faleiros
4 de abril de 2008

Aos poucos

Em reunião realizada na última terça-feira, os órgãos redigiram a minuta dos documentos. Todas as partes envolvidas têm até o final da tarde desta sexta-feira para entregar as propostas de alteração. Na próxima semana, as redações finais do acordo e do TAC devem estar prontas. Segundo a Fundação Florestal, a idéia é ir reabrindo as cavernas conforme o Centro de Estudo, Proteção e Manejo de Cavernas (Cecav) finalizar os termos de vistoria. Apesar das negociações estarem em estágio avançado, ainda não há prazo para a reabertura total das 46 cavernas interditadas.

Por Gustavo Faleiros
4 de abril de 2008

A favor do amianto

Bastou as Associações Nacionais dos Procuradores do Trabalho (ANPT) e dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra) entrarem com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade contra a lei que permite o comércio do amianto crisotila no Brasil para começarem a chover reclamações. Segundo a Comissão Nacional dos Trabalhadores do Amianto (CNTA), as entidades não têm uma "verdadeira motivação" para ser contra a lei. A CNTA argumenta que "há problemas muito mais sérios no Brasil relacionados à saúde dos trabalhadores e que continuam sendo propositadamente ignorados". Já para o Instituto Brasileiro do Crisotila, só se fala mal do amianto porque "dá ibope, dá audiência".

Por Gustavo Faleiros
4 de abril de 2008

Inofensivo

Apesar de já ter sido abolido em vários países do mundo devido à constatação de que o produto pode causar câncer em trabalhadores envolvidos com seu manuseio, o IBC continua afirmando que o amianto crisotila não prejudica a saúde, se respeitadas as normas de segurança e higiene.

Por Gustavo Faleiros
4 de abril de 2008

Crimes de guerra

Numa guerra, não só os povos envolvidos sofrem, mas também o meio ambiente. Quem lembra este fato – que até parece óbvio, mas é muito esquecido pela legislação – é o fiscal de Crimes ao Meio Ambiente do Departamento Federal de Justiça dos Estados Unidos, Colin Black. Segundo ele, os preceitos legais que existem são insuficientes para penalizar os culpados pelos crimes contra o meio ambiente que ocorrem durante conflitos armados. Soma-se ainda a esta falta de clareza o fato de que os juízes de crimes de guerra não estão acostumados a tratar do tema e restringem-se a proteger os seres humanos. Enquanto a legislação não avança, crimes como o bombardeio do Líbano pelo exército israelense em 2006, que causou um grande vazamento de petróleo, e o conflito de Darfur, no Sudão, no qual os milicianos atiraram animais mortos nos poços de água para que fossem contaminados, continuam impunes. A notícia é da agência EFE.

Por Redação ((o))eco
4 de abril de 2008

Nada feito

Depois de anunciar que os biocombustíveis ganhariam espaço nos postos de gasolina da Alemanha, o ministro do Meio Ambiente, Sigmar Gabriel, andou para trás. Conforme informou o site Bloomberg, o projeto de aumentar de cinco para 10% a proporção de etanol na gasolina convencional foi suspenso. Gabriel explicou que a aplicação da medida seria inviável, depois que a federação alemã de importadores de automóveis soltou o número de veículos que não seriam compatíveis com a tecnologia: 3,3 milhões. Além de desgastar mais rapidamente algumas peças dos motores, a entidade argumenta que os carros mais antigos não teriam condições de receber o novo combustível. “Não se trata de uma medida contra a política do ambiente, mas destinada a ajudar a indústria de automóveis”, justificou o ministro.

Por Redação ((o))eco
4 de abril de 2008

O preço da água

Quanto vale a água? A pergunta encontra respostas diferentes, dependendo do país ou região do planeta. Para a população pobre de Dar es Salaam, na Tanzânia, mil litros chegam a custar oito dólares. Para a população rica da cidade, a mesma quantia custa 34 centavos de dólar. Um dos piores efeitos desse descontrole, segundo o jornal Financial Times, é o comércio global de "água virtual", isto é, a água usada sem critérios na produção de alimentos ou bem manufaturados. Alguns países carentes do recurso ainda assim a enviam para o exterior na forma de exportação. E muitos nem sabem a quantidade de água usada para produção de um bem. Uma calça jeans, por exemplo, usa até 11 mil litros de água. Um simples hambúrguer consome até 2,4 mil litros para ser produzido. Para que o preço da água seja estabelecido de forma mais justa, especialistas sugerem que ela seja inserida no mesmo conceito do comércio de carbono, o cap-and-trade, iniciativa que já existe em certas regiões da Suíça.

Por Redação ((o))eco
4 de abril de 2008

Hidrogênio nas alturas

Dois meses após vôos curtos e experimentais, a empresa de aviação Boeing anunciou que fez a primeira decolagem, para valer, de um avião movido a hidrogênio. Segundo informações do El Mundo, a aeronave permaneceu 20 minutos no céu da Espanha, a 1 mil metros de altitude, usando exclusivamente a energia elétrica. Para deixar o solo, o avião precisou de uma mãozinha de uma bateria de lítio, que foi desligada assim que ganhou estabilidade nas alturas. A companhia afirmou que vai dar continuidade às pesquisas, mas avisou que a tecnologia ainda não é aplicável a vôos comerciais. Assista no site do jornal espanhol o vídeo que mostra a aeronave no céu.

Por Redação ((o))eco
4 de abril de 2008