Inveja

A Irlanda conseguiu um feito capaz de deixar praticamente o mundo todo babando de inveja. Sacolas plásticas são uma calamidade ambiental de proporções planetárias. De Bangladesh aos Estados Unidos, as tentativas de acabar com seu uso deram em nada até agora.

Por Redação ((o))eco
6 de fevereiro de 2008

Vilões de sacola

Na Irlanda, o consumo de sacolas plásticas caiu 94% desde 2002. Uma taxa de 33 centavos de dólar contribuiu para a queda. Mas o fator determinante foi uma espertíssima campanha publicitária que transformou qualquer irlandês carregando uma sacola plástica em vilão ambiental.

Por Redação ((o))eco
6 de fevereiro de 2008

Números

Segundo conta do site, no mês passado apenas, a população mundial consumiu 42 bilhões de sacolas de plástico. A maioria foi para o lixo, entupindo bueiros e sistemas de esgoto.

Por Redação ((o))eco
6 de fevereiro de 2008

Oportunidade

Os irlandeses tinham uma vantagem a seu favor: o país não tem fabricantes de sacolas de plástico em suas fronteiras. Portanto, não havia ninguém lá para financiar a resistência contra seu uso.

Por Redação ((o))eco
6 de fevereiro de 2008

Orgânico que polui

Mas quem acha que comprar flor orgânica ajuda o meio ambiente deve pensar duas vezes. Seu cultivo ainda se restringe a países ou floras distantes dos principais mercados americanos. Levá-las até lá exige o uso intensivo de caminhões e aviões, cujas emissões contribuem para o efeito estufa.

Por Redação ((o))eco
6 de fevereiro de 2008

Fashion

Devagarinho, a moda do orgânico vai botando um pézinho no maior mercado mundial de flores, os Estados Unidos. Em 2006, o volume de vendas de flores orgânicas para os americanos chegou a 19 milhões de dólares. Era quase zero no ano anterior.

Por Redação ((o))eco
6 de fevereiro de 2008

Efeito

Os pesquisadores confirmaram que a decretação do mosaico afugentou os grileiros que, vindos de Novo Progresso, na BR-163, estavam começando a se estabelecer na região do município de Monte Alegre.

Por Redação ((o))eco
6 de fevereiro de 2008

Paz

As expedições para o levantamento sócio-econômico do mosaico de unidades de conservação criado no final de 2005 pelo governo do Pará na área do estado ao Norte do rio Amazonas não detectaram, até agora, grande potencial para conflito humano. A expedição à Floresta Estadual de Faro, achou 500 pessoas apenas nas suas bordas. Na Floresta Estadual do Parú, achou-se apenas uma família em seus limites.

Por Redação ((o))eco
6 de fevereiro de 2008

Te cuida Inpe

Em maio, no máximo junho, o Imazon estará monitorando toda a Amazônia com seu Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD), hoje restrito ao Mato Grosso e ao Pará.

Por Redação ((o))eco
6 de fevereiro de 2008

Problema

O maior potencial até agora para conflito na área do mosaico foi identificado no rio Jari, na fronteira do Pará com o Amapá, onde está a Reserva Biológica do Maicuru, com 1100 milhão hectares. Ali, há anos se estabeleceu um garimpo.

Por Redação ((o))eco
6 de fevereiro de 2008

Para baixo

Pequeno detalhe que ficou esquecido no debate sobre os números do desmatamento na região Norte divulgados em janeiro pelo Inpe. Os índices estão subestimados. As imagens do Deter empregadas pelo instituto detectam apenas desmatamentos acima de 20 hectares.

Por Redação ((o))eco
6 de fevereiro de 2008

Já vi isso

A Petrobrás deu o bolo, mais uma vez, no movimento que luta pelo emprego da Resolução 315/02 do Conama, que dispõe sobre o Programa de Controle de Poluição do Ar por Veículos Aumotores e prevê a redução do teor de enxofre no diesel comercializado no país. Na última quinta-feira terminou o prazo para que a estatal dissesse ao Movimento Nossa São Paulo – um dos que encabeça as ações contra Petrobrás e ANP – se fornecerá o combustível já para frota circulante ou se vai esperar até que todos os motores estejam adaptados para receber o novo diesel. O Nossa São Paulo está esperando até agora a resposta.

Por Redação ((o))eco
1 de fevereiro de 2008