Orgânico que polui

Mas quem acha que comprar flor orgânica ajuda o meio ambiente deve pensar duas vezes. Seu cultivo ainda se restringe a países ou floras distantes dos principais mercados americanos. Levá-las até lá exige o uso intensivo de caminhões e aviões, cujas emissões contribuem para o efeito estufa.

Por Redação ((o))eco
6 de fevereiro de 2008

Fashion

Devagarinho, a moda do orgânico vai botando um pézinho no maior mercado mundial de flores, os Estados Unidos. Em 2006, o volume de vendas de flores orgânicas para os americanos chegou a 19 milhões de dólares. Era quase zero no ano anterior.

Por Redação ((o))eco
6 de fevereiro de 2008

Efeito

Os pesquisadores confirmaram que a decretação do mosaico afugentou os grileiros que, vindos de Novo Progresso, na BR-163, estavam começando a se estabelecer na região do município de Monte Alegre.

Por Redação ((o))eco
6 de fevereiro de 2008

Paz

As expedições para o levantamento sócio-econômico do mosaico de unidades de conservação criado no final de 2005 pelo governo do Pará na área do estado ao Norte do rio Amazonas não detectaram, até agora, grande potencial para conflito humano. A expedição à Floresta Estadual de Faro, achou 500 pessoas apenas nas suas bordas. Na Floresta Estadual do Parú, achou-se apenas uma família em seus limites.

Por Redação ((o))eco
6 de fevereiro de 2008

Te cuida Inpe

Em maio, no máximo junho, o Imazon estará monitorando toda a Amazônia com seu Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD), hoje restrito ao Mato Grosso e ao Pará.

Por Redação ((o))eco
6 de fevereiro de 2008

Problema

O maior potencial até agora para conflito na área do mosaico foi identificado no rio Jari, na fronteira do Pará com o Amapá, onde está a Reserva Biológica do Maicuru, com 1100 milhão hectares. Ali, há anos se estabeleceu um garimpo.

Por Redação ((o))eco
6 de fevereiro de 2008

Para baixo

Pequeno detalhe que ficou esquecido no debate sobre os números do desmatamento na região Norte divulgados em janeiro pelo Inpe. Os índices estão subestimados. As imagens do Deter empregadas pelo instituto detectam apenas desmatamentos acima de 20 hectares.

Por Redação ((o))eco
6 de fevereiro de 2008

Já vi isso

A Petrobrás deu o bolo, mais uma vez, no movimento que luta pelo emprego da Resolução 315/02 do Conama, que dispõe sobre o Programa de Controle de Poluição do Ar por Veículos Aumotores e prevê a redução do teor de enxofre no diesel comercializado no país. Na última quinta-feira terminou o prazo para que a estatal dissesse ao Movimento Nossa São Paulo – um dos que encabeça as ações contra Petrobrás e ANP – se fornecerá o combustível já para frota circulante ou se vai esperar até que todos os motores estejam adaptados para receber o novo diesel. O Nossa São Paulo está esperando até agora a resposta.

Por Redação ((o))eco
1 de fevereiro de 2008

Resolução 315/20

Para reavivar a memória: pela resolução do Conama, a Petrobrás teria que fornecer o combustível com 50 partes por milhão (PPM) de enxofre a partir de 2009. Por causa da demora na regularização do documento, por parte da ANP, a estatal diz ser impossível cumprir os prazos. O jogo de empurra e o descaso das entidades parece que vai continuar. Enquanto isso, cerca de 7 mil paulistanos continuam morrendo a cada ano por conta das doenças causadas pelo diesel.

Por Redação ((o))eco
1 de fevereiro de 2008

Proteção no mar

A região do entorno das ilhas de Piúma e dos Franceses, no sul do Espírito Santo, vai ser vistoriada nos próximos meses por técnicos do Instituto Chico Mendes. O objetivo é observar nódulos formados pela deposição de calcário das algas, locais que abrigam rica biodiversidade. Espera-se, que, enfim, a área seja protegida. Mas como a região já é explorada para pesca e maricultura, o instituto já descartou a possibilidade de proteção integral.

Por Redação ((o))eco
1 de fevereiro de 2008

Mangues de menos

A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) advertiu, nesta sexta-feira, que o planeta já perdeu cerca de 3,6 milhões de hectares de manguezais desde 1980. Isso equivale à alarmante taxa de 20% da área total desse ecossistema, de acordo com um novo estudo que analisou a destruição do hábitat até 2005.

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1 de fevereiro de 2008

Araucárias em perigo

Com o término da Avaliação Ambiental Estratégica da Bacia do Rio Uruguai, os licenciamentos de hidrelétricas nos rios da região estão andando a todo vapor. A licença prévia para usina de Pai Querê, no rio Pelotas, é talvez a que esteja mais perto de receber uma assinatura dos burocratas do Ibama . A Apremavi, ONG que vem defendendo a região desde o alagamento criminoso de remanescentes de araucária pela usina de Barra Grande, acaba de lançar um abaixo assinado pela preservação do rio Pelotas. Ali, trechos valiosos de araucária também estão ameaçados. Para assinar o abaixo assinado basta entrar no site da Apremavi.

Por Redação ((o))eco
1 de fevereiro de 2008