Realidade

Já é possível adquirir uma floresta virtual sem gastar nenhum centavo. A proposta é da empresa Plant Your Tree, que disponibilizou uma plataforma de negociação no site de relacionamento facebook. Patrocinado por firmas que disponibilizam os recursos destinados às novas mudas, o projeto prevê o plantio de um hectare a cada dez mil árvores vendidas. No momento, a área beneficiada é a microbacia do rio Tucano, no município de Santa Terezinha do Itaipu (PR). Disponibilizada pelo Ibama a partir do programa Corredor Trinacional de Biodiversidade, o local é um dos espaços escolhidos para servir de ligação com coberturas vegetais da Argentina e Paraguai. →

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21 de janeiro de 2008

Aqui não é Chernobyl

Durante os ensaios, bem que um produtor da Cavalera tentou distribuir máscaras cirúrgicas aos presentes, para tentar minimizar o odor. Ele foi prontamente dissuadido por Douglas Siqueira, do Instituto Navega São Paulo. "Não precisa. Fizemos um levantamento e vimos que o ar no leito do rio é melhor do que na marginal", disse. O levantamento que Siqueira se refere é a Análise Microbiológica Quantitativa, realizada pelo Navega SP em outubro de 2007. Segundo o documento, "os resultados do monitoramento do ar ambiental demonstram que os ambientes estão em boas condições" e que "a análise quantitativa diferencial de fungos apresentou gêneros normais de ambientes internos, e estes sem as características morfológicas de fungos toxigênicos". →

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18 de janeiro de 2008

Tietê na moda

A grife Cavalera fará seu desfile oficial na SP Fashion Week, evento que começou esta semana, em um lugar totalmente inusitado para a galera "estilosa" do mundo da moda: as margens do rioTietê. Segundo Marcelo Sommer, estilista da marca, o desfile e a coleção foram inspirados em um movimento chamado "Remember Chernobyl", que começou na Europa e foi se difundindo, até chegar por aqui. Durante o evento - que ocorre no próximo domingo, perto do Cebolão - modelos descerão de escadas montadas na parte alta da margem, até perto da beira do rio. Os 200 convidados VIPs da Cavalera assistirão ao desfile de dentro de um barco. →

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18 de janeiro de 2008

“Mal-entendido”

Depois de ver que sua idéia de transpor as águas da Amazônia para a região Nordeste, por meio da construção de um aqueduto, foi considerada por muitos um desvario, o ministro Roberto Mangabeira Unger negou que sua pasta tenha algum plano relacionado ao tema. Para ele, que está na última etapa de sua viagem à região amazônica, a idéia do aqueduto foi um "erro de interpretação" da imprensa. A notícia é do jornal Folha de S.Paulo. →

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18 de janeiro de 2008

Observatório de imprensa

No ano de 2007 vimos uma expansão enorme no espaço que a imprensa dedica aos temas mudança climática, energia e meio-ambiente. O mesmo aconteceu nos Estados Unidos, e lá como aqui a qualidade dessa cobertura está em questão. As editorias de ciências encolhem diante da pressão por corte de custos enquanto crescem os sites e blogs especializados. A Columbia Journalism Review julga que a cobertura de temas científicos e de meio-ambiente será assunto importantíssimo nas próximas décadas, e lançou um departamento dedicado exclusivamente à crítica da cobertura de ciências e meio-ambiente da imprensa americana. →

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18 de janeiro de 2008

Economia

Ainda sem data marcada, a Câmara dos Deputados vai discutir um projeto de lei que pretende banir as lâmpadas incandescentes dos lares e escritórios brasileiros. Se a proposta for aprovada, o veto será radical: o produto não poderá mais ser fabricado, importado e comercializado por aqui. Até 2010, todas as lâmpadas convencionais teriam de ser trocadas pelas fluorescentes. No novo cenário, a economia de energia seria drástica: enquanto as incandescentes têm tempo médio de uso de mil horas e converte a maior parte da eletricidade em calor, as fluorescentes duram 12 mil horas e geram uma economia de 85%. Tudo em nome da economia de energia. A reportagem é do Yahoo. →

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18 de janeiro de 2008

Sujo e sem prestígio

O carvão não é mais o mesmo. Apesar de ainda despontar como motor de fábricas em grandes países, o combustível vem perdendo sua força e deixando de ser queridinho aos poucos. Uma reportagem do Los Angeles Times mostra que somente nos Estados Unidos, onde o carburante sempre foi bem-vindo, mais de 50 projetos de novas fábricas movidas à substância não foram para frente em 2007. A preocupação com o meio ambiente contou para o veto, mas outros elementos têm contribuído para a perda de espaço do carvão. Entre eles, os altos custos demandados por transporte e construção das indústrias. A tendência, diz a matéria, é que os valores continuem aumentando, enfraquecendo ainda mais um dos grandes vilões do aquecimento. →

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18 de janeiro de 2008

Neutra em carbono

Enquanto alguns países choramingam para aumentar suas metas contra o aquecimento, a Noruega anuncia objetivos ousados. De acordo com o site Planet Ark, o país quer chegar em 2030 com suas emissões de carbono neutralizadas. O governo afirmou que em 12 anos vai deixar de emitir de 15 a 17 milhões de toneladas de gases estufa, e que entre as ações estão o aumento de imposto sobre combustíveis e medidas de compensação no estrangeiro. O primeiro-ministro Jens Stoltenberg afirmou que o orçamento para pesquisas em cima de energias renováveis vai crescer substancialmente. Dos 8,8 milhões de euros destacados para esta área em 2008, o investimento vai pular para 37,74 milhões de euros em 2009 e 75,5 milhões de euros em 2010. →

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18 de janeiro de 2008

Ritmo acelerado

Depois do novo alerta de desmatamento na Amazônia do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), divulgado nesta sexta-feira, Lula e companhia vão pensar duas vezes antes de dar pulinhos de alegria ao mostrar números que indicam queda no trabalho das motosseras. Segundo o documento, no último trimestre do ano passado, as matas foram derrubadas em ritmo acelerado, numa média de mais de mil quilômetros quadrados por mês. O Inpe sinaliza nova pressão de desmatamento no Mato Grosso, que havia perdido para o Pará a liderança no ranking dos estados da Amazônia que mais abatem árvores, mas que registrou novas pressões com focos próximos a áreas de cultivo da soja. No Pará, a derrubada de floresta continua associada à expansão da pecuária. Em Rondônia, não há sinais claros de que o avanço do desmatamento tenha relação com a futura construção da hidrelétrica de Santo Antônio, a primeira do rio Madeira. As informações são do jornal Folha de S.Paulo. →

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18 de janeiro de 2008

Ameaças

Segundo os índios, madeireiros e grileiros teriam ameaçado funcionários da empresa contratada para colocar os marcos da demarcação da Terra Indígena, por isto o trabalho teria sido suspenso. A Coiab entregou ao Ministério Público Federal um levantamento antropológico e ambiental da região e pediu providências para acabar com os crimes ambientais e invasão da área. →

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18 de janeiro de 2008

Denúncia dos índios

A Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab) denuncia a retirada ilegal de madeira da Terra Indígena Tenharim, no Sul do Amazonas. Segundo o coordenador geral da Coiab, Jecinaldo Saterê-Mauê, a madeira é levada a uma serraria localizada no Km 180 da BR-230, a Transamazônica. Ele afirma que o desmatamento irregular já avançou mais de 500 metros no interior dos limites da Terra Indígena. →

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18 de janeiro de 2008

Agenda

O diretor de proteção ambiental do Ibama, Flavio Montiel, ligou para a redação de O Eco a fim de conversar sobre a fiscalização da pesca da lagosta. Segundo ele, o instituto vai se reunir com integrantes da Marinha e da Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca (Seap), na próxima semana, para definir o planejamento de todo o monitoramento da captura ilegal da espécie no ano de 2008. Montiel espera que nos últimos dias de janeiro os fiscais já estejam em operação do Maranhão até o Espírito Santo. →

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18 de janeiro de 2008