Com a palavra, o caminhoneiro

No dia 27 de novembro será lançado em Curitiba o livro “Rios por onde passo”, organizado pela jornalista Teresa Urban. O trabalho é resultado de uma pesquisa realizada com 184 caminhoneiros que trafegaram pelo Paraná nos últimos três anos. Eles descrevem o que lhes salta aos olhos nas paisagens alteradas de todos os cantos do

Por Redação ((o))eco
21 de novembro de 2007

Tudo tranquilo

As alterações negativas na legislação ambiental, que eram os pontos que mais preocupavam a sociedade civil no PL 3057, parecem estar devidamente negociadas. O relator aceitou sugestões da bancada ambientalista de retirar artigos que representassem a redução de áreas de preservação permanente nas cidades.

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21 de novembro de 2007

Na real

A organização aproveita o momento para lembrar que apesar de muito falado, o plano BR 163 Sustentável do Ministério do Meio Ambiente ainda não saiu do papel. Falta executar programas que melhorem a qualidade de vida das populações que vivem em sua área de influência, assim como fazer regularização fundiária e de unidades de conservação. O Formad também pede que sejam tomadas medidas para conter erosão nas estradas do estado, recuperar áreas de preservação permanente na região Araguaia-Xingu, incentivar o acesso a equipamentos de energia solar, biodigestores e proibir em Mato Grosso o cultivo de qualquer espécie de transgênicos. Se tudo isso virar realidade, Mato Grosso vai ser mesmo outro estado.

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21 de novembro de 2007

Pendências ambientais

Começou nesta quarta-feira em Cuiabá a II Conferência Estadual de Meio Ambiente. No evento, que dura até o dia 23 de novembro, o Fórum Mato-grossense de Meio Ambiente e Desenvolvimento (Formad) elaborou uma lista de ações emergenciais sócio-ambientais para Mato Grosso. Uma das primeiras é o repudio ao projeto de lei sobre a gestão e os limites do Pantanal, por flexibilizar as restrições ambientais na Bacia do Alto Paraguai. Entre outros pontos, as organizações representadas pelo Formad cobram o cumprimento da decisão judicial que impede as obras da hidrovia Paraguai-Paraná. Segundo o Formad, embora o empreendimento precise de estudo de impacto ambiental, as obras têm acontecido aos poucos sem as devidas pesquisas.

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21 de novembro de 2007

O Homem faz a árvore

Árvores de laboratório podem render mais para o planeta. Pelo menos é o que pensa um grupo de pesquisadores da Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos. Com o objetivo único de transformar uma muda em potencial geradora de energia, eles usam técnicas controversas para modificá-la geneticamente. Para tanto, explica reportagem do New York Times, basta alterar a sua composição natural. Os cientistas acreditam que a celulose das árvores transgênicas, com metade da quantidade original de lignina, podem ser transformadas em um biocombustível parecido com etanol. Os ambientalistas, como não poderia deixar de ser, estão receosos. Um dos principais temores é o de que, como a lignina serve para promover a estrutura firme dos troncos e resistência contra pestes, sua redução possa causar sérios danos.

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21 de novembro de 2007

Mãos abanando

No próximo sábado, dia 24 de novembro, o planeta pode celebrar uma data atípica: trata-se do dia mundial sem compras para todos os países, com exceção dos Estados Unidos e Canadá, que comemoram a ocasião na sexta-feira. De acordo com notícia da revista norte-americana Grist, é uma excelente oportunidade de brindar um feriado com os amigos sem a preocupação de lhes dar presentes, já que o famoso Dia de Ação de Graças (Thanksgivin, em inglês) será comemorado em breve por lá. Diversas campanhas serão montadas por ativistas em shoppings e estabelecimentos comerciais para convencer os freqüentadores a sair de mãos vazias. Os recursos naturais da Terra, é claro, agradecem pela iniciativa. A organização é do grupo adbusters.

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21 de novembro de 2007

O início do fim

A Convenção do Clima das Nações Unidas declarou, por meio de seu secretário-executivo, o holandês Yvo de Boer, que a primeira parte de compromissos do Protocolo de Quioto será cumprido com larga margem até 2012. Mas não será por bom comportamento dos países da Europa Ocidental, já que alguns deles aumentaram suas emissões de carbono em níveis impressionantes. A Espanha, por exemplo, chegará ao final dessa década lançando 52% a mais de gases estufa para a atmosfera do que fazia em 1990, o ano base do acordo. Na verdade, os méritos devem recair para o fim do comunismo no Leste do velho continente. Explica-se: países que faziam parte do bloco tiveram de fechar suas indústrias pesadas e sujas em virtude do colapso, o que gerou expressiva queda no uso de CO2. Reportagem da Folha de São Paulo conta que, ao invés da redução prevista de 5,2%, os números devem mostrar queda de cerca de 11%.

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21 de novembro de 2007

Abra os olhos

O aumento do desmatamento e a crise no setor de alimentos são críticas freqüentes a produção de biocombustível ao redor do planeta. Mas, agora, elas ganharam um novo aliado de peso. É que a Organização para a Alimentação e Agricultura das Nações Unidas (FAO) declarou que também se mostra preocupada com essas possibilidades caso os recursos florestais não sejam usados de maneira sustentável. De acordo com a FAO, o interesse por fontes de energia renováveis se acentuou depois que o preço do petróleo teve substancial acréscimo e as certezas sobre os impactos das mudanças climáticas se tornaram mais evidentes. Mas isso pode contribuir para afetar diretamente os boques. A notícia é do site espanhol Ecoticias.

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21 de novembro de 2007

Avaliação total

O Tribunal Regional da 4ª Região (TRF4) sentenciou que o consórcio formado pela Copel e Eletrosul terão mesmo que fazer um estudo mais amplo de impacto ambiental para construírem a usina hidrelétrica de Mauá, no rio Tibagi, Paraná. A decisão da desembargadora Vânia Hack de Almeida confirma julgamento de 1ª instância que havia atrelado o licenciamento do empreendimento à realização de uma Avaliação Ambiental Integrada de todo o rio. O argumento é de que Mauá funcionará em cadeia com outras três usinas planejadas pelo governo federal e, portanto, sua construção deve ser precedida de levantamentos mais aprofundados. A íntegra da decisão pode ser lida aqui.

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21 de novembro de 2007

Dica de trânsito

Se os órgãos de fiscalização de trânsito tivessem o mínimo compromisso de vistoriar o que circula pelas estradas, poderia dar uma mão e tanto para as entidades estaduais e federais de meio ambiente. Na região conhecida como arco do desmatamento, a maioria dos caminhões que carrega toras de madeira hoje são os mesmos de 30 anos atrás. E trafegam sem faróis, capôs, pára-choques, às vezes até sem placa. Interceptar veículos assim, identificá-los e impedir sua circulação por motivo de segurança de trânsito diminuiria sensivelmente a quantidade de madeira de origem suspeita nas rodovias.

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21 de novembro de 2007

Toras nas estradas

Apesar da chuva, que caiu atrasada e escassa este ano, a atividade madeireira no norte de Mato Grosso continua de vento em popa. Nesta terça-feira, não foi difícil encontrar diversos caminhões toreiros trafegando à luz do dia na principal estrada que dá acesso ao noroeste do estado. Os motoristas aproveitaram o feriado estadual em comemoração à consciência negra, quando o policiamento é reduzido. A foto ao lado mostra um desses caminhões, que geralmente circulam em condições precárias e nem por isso são incomodados pelos órgãos de trânsito, nos arredores de Juína no feriado de 15 de novembro. Só que este aí estava tão capenga que quase se acidentou.

Por Redação ((o))eco
21 de novembro de 2007

Nas mãos de alguns

Em breve, Santa Catarina pode reduzir consideravelmente o uso de sacolas plásticas. Tudo vai depender se os comerciantes da região vão aceitar a recomendação do Ministério Público Estadual de substituir o produto por embalagens com menor impacto no meio ambiente, como bolsas de pano ou caixas de papelão. O problema é que, por ser apenas uma sugestão, a chance de não ser cumprida é grande.

Por Redação ((o))eco
20 de novembro de 2007