Mais dinheiro

Os gestores do programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa) contaram nesta quinta-feira, durante um evento no II Congresso Latino-Americano de Áreas Protegidas que o KFW, banco de cooperação da Alemanha, deve liberar até o fim do ano cerca de 14 milhões de dólares ao fundo de manutenção de unidades de conservação. Se isso de fato ocorrer, o Banco Mundial colocará como contra-partida igual quantia no fundo.

Por Redação ((o))eco
5 de outubro de 2007

Chegamos lá

A previsão é de que o fundo de manutenção das áreas protegidas junte 200 milhões de dólares na próxima década para que possa servir como um recurso permanente aos investimentos em conservação na Amazônia brasileira. Segundo Pedro Leitão, diretor do Fundo Nacional para a Biodiversidade (Funbio), entidade gestora do dinheiro do Arpa, esse ano, espera-se que o fundo de manutenção atinja um total de 44 milhões de dólares.

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5 de outubro de 2007

Argentina protegida

O governo federal argentino anunciou nesta quinta-feira que vai incorporar 13 áreas militares em todo país ao seu sistema de parques e reservas ecológicas. A medida foi uma resposta às críticas de que o país não conseguirá cumprir as obrigações previstas na Convenção de Diversidade Biológica que prevê um percentual de 10% de áreas protegidas nos países signatários até 2010. Atualmente, a Argentina tem 328 unidades de conservação que cobrem 15 milhões de hectares, ou 5,7% do território. Com as novas áreas, o percentual será elevado a 6,7%.

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5 de outubro de 2007

Gastando bem

O diretor do Arpa pelo Ministério do Meio Ambiente, Ronaldo Weigand, comemorou a melhora na eficiência dos gastos e investimentos do programa. Há quatro anos, o Arpa tinha uma média de gastos de seis mil reais por dia. Em 2006, o ritmo de investimentos foi de 100 mil reais ao dia.

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5 de outubro de 2007

Placar do fogo

Setembro, o mês tradicionalmente mais incendiário do ano, acabou, mas Mato Grosso continua à toda, colocando-se muito a frente dos demais estados brasileiros no quesito queimadas na floresta. Detalhe: desde julho é terminantemente proibido no estado atear fogo. De ontem para hoje os satélites do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) identificou no estado 1636 focos de calor. Em segundo lugar vem Rondônia, com 1206 queimadas e depois a Bahia, com 689.

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5 de outubro de 2007

Balanço

O Ibama de Mato Grosso divulgou o balanço da operação de fiscalização que desempenhou no norte do estado nos últimos 30 dias. Foram aplicadas 70 autuações por crimes ambientais na região, o que totaliza 12 milhões de reais em multas. E embargados seis mil hectares de áreas desmatadas ilegalmente, além de três serrarias nos municípios de Apiacás, Nova Bandeirantes e Nova Monte Verde. Sete mil metros cúbicos de madeira em tora e mil metros cúbicos de madeira serrada sem origem conhecida também foram apreendidos.

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5 de outubro de 2007

Tem fiscal no campo

A partir da próxima segunda-feira, dia 8 de outubro, uma força tarefa liderada pela Coordenadoria Integrada de Combate aos Crimes Ambientais do Rio vai começar uma fiscalização rigorosa para impedir as queimadas de cana-de-açúcar no norte fluminense. O anúncio, feito na manhã desta sexta-feira pelo secretário de estado do ambiente, Carlos Minc, teve como principal estímulo um recente apagão que deixou a região no escuro. De acordo com o Ministério de Minas e Energia, ele foi causado pelo impacto da fuligem liberada com o fogo na subestação de Campos e linhas de transmissão de energia que fornecem luz para os moradores. Os grandes focos de incêndio serão os mais vigiados, e o infrator vai receber pesada multa.

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5 de outubro de 2007

Mudanças globais em discussão

A divulgação do último relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) no início do ano acordou o mundo para o problema da mudança climática. Ao mesmo tempo, ficou evidente a falta de estudos sobre os impactos locais e regionais dessa mudança, especialmente no hemisfério sul. Esses temas serão discutidos na III Conferência Regional sobre Mudanças Globais: América do Sul, coordenada pelo Instituto de Estudos Avançados da USP. Em São Paulo, de 5 a 8 de novembro.

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5 de outubro de 2007

De olho na economia

Pensando em não prejudicar a economia do estado, Minc vai se reunir com as prefeituras do norte fluminense para definir alternativas viáveis que mantenham o fluxo de capital no mesmo nível. Afinal, o Rio de Janeiro está fazendo de tudo para dobrar a sua produção de etanol nos próximos anos.

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5 de outubro de 2007

Atraso

A medida pretende colocar em prática a lei 2049, de autoria do próprio Minc. Em sua redação, foi expressamente proibida a queima de cana no estado. O problema é que a sanção da lei ocorreu em 1992. Ou seja, depois de 15 anos de espera, finalmente a fiscalização vai cumprir o que foi determinado pela Justiça.

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5 de outubro de 2007

Recauchutada ambiental

O governo do Rio sancionou nesta quinta-feira a lei que institui o ICMS Verde, para incentivar municípios a investir em projetos ambientais. E também criou o Instituto Estadual do Ambiente (Inea), que congrega as entidades estaduais de meio ambiente já existentes no estado, como a Fundação Estadual de Engenharia e Meio Ambiente (Feema), Instituto Estadual de Florestas (IEF) e a Superintendência Estadual de Rios e Lagoas (Serla). O novo instituto terá nove agências regionais e promete contratar mais 245 servidores através de concurso público, coisa que nunca aconteceu na história ambiental do Rio. Boa sorte.

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5 de outubro de 2007

Vistoria em terras públicas

O Incra vai começar a vistoriar uma área de 205 mil hectares no sul e sudeste do Pará na semana que vem para identificação de terras públicas, especialmente na região de São Félix do Xingu. Nesse trabalho, também vão levantar a ocupação da Reserva Indígena Apiterewa e de outras glebas. A intenção é concluir o trabalho até o fim do ano.

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5 de outubro de 2007