A defesa de uma inovação profunda, proativa, por meio de mudanças tecnológicas, culturais e institucionais, para evitar um crescimento da pegada tecnológica da humanidade para além do que seria suportável pelo planeta Terra, é a síntese que fazem os próprios autores do objetivo de um dos mais abrangentes e duráveis projetos de pesquisa sobre o meio ambiente. É, sem dúvida, uma das mais consistentes, e controversas, pesquisas de longo prazo sobre a sustentabilidade do crescimento global conduzida pelo meio acadêmico, com apoio de empresas e fundações privadas. E eles prometem atualizá-la, novamente, em 2012.
Creio que de certa maneira, foi um sentimento similar, que acabou nos reunindo aqui n’O Eco.
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