Notícias

Uma esperança para a ararinha-azul

Desde o ano 2000 que um exemplar da espécie não é visto na natureza. Mas ararinhas-azuis nascidas em cativeiro aumentam a esperança de que a ave possa voltar um dia ao seu habitat. Foto: Patrick Pleu

Redação ((o))eco ·
8 de junho de 2012 · 14 anos atrás
Foto: Patrick Pleu.

O animal de hoje em ((o))eco é a ararinha-azul (Cyanopsitta spixii), protagonista de um dos mais tristes capítulos da história ambiental brasileira. Desde o ano 2000 que um exemplar da espécie não é visto na natureza. As duas ararinhas da foto, batizadas de Paul e Paula, nasceram no inicio de julho de 2011 no aviário da Associação para a Conservação dos Papagaios Ameaçados (ACTP, na sigla em inglês), em Berlim.

Como elas, hoje, as últimas ararinhas – cerca de 80 indivíduos – vivem em cativeiro. Entretanto, programas de conservação em criadouros têm aumentado a esperança de que a ave possa voltar, dentro de alguns anos, ao seu habitat, à Caatinga e às matas ciliares de afluentes temporários do rio São Francisco.

A ararinha-azul mede cerca de 60 centímetros, e pesa menos de de meio quilo. Tem uma plumagem em diversos tons de azul, com as asas e a cauda em tonalidades mais vivas que a barriga. Na natureza se alimentavam principalmente de sementes de pinhão-bravo e faveleira, e se reproduziam no período das chuvas, entre outubro e março. Foto: Patrick Pleu

 

 

Leia Também
Novas ararinhas-azuis no pedaço
Ararinha pode retornar ao Sertão
A duras penas
Aumenta a populacao de ararinhas-azuis nascidas em cativeiro

 

 

 

Leia também

Salada Verde
6 de janeiro de 2026

“Má influência”: três influenciadores são detidos por pesca ilegal no RJ

De acordo com o órgão ambiental, os três se gabavam de crimes ambientais nas redes sociais e foram pegos em flagrantes pela captura ilegal de caranguejos-uçá em parque

Salada Verde
6 de janeiro de 2026

Vazamento de fluido paralisa perfuração na Foz do Amazonas

De acordo com a Petrobras, o vazamento, identificado no domingo, não representa dano ao meio ambiente e foi imediatamente contido

Análises
6 de janeiro de 2026

Restauração de paisagens: estratégia inadiável para o desenvolvimento sustentável nacional

Apesar da importância das SBNs para evitar os piores cenários climáticos, elas recebem menos de 3% do financiamento climático global

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.