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Debates híbridos

Estava bom demais. Os carros movidos a eletricidade e gasolina que tornaram-se a coqueluche entre os motoristas americanos ambientalmente corretos tem uma séria desvantagem em relação aos seus “primos” baseados apenas em combustível fóssil. Em caso de acidente, como seus motores praticamente não fazem barulho, é difícil saber se estão ainda funcionando. E isso, segundo o The New York Times, é um problema sério para as equipes de resgate. O livro de regras de salvamento usado nos Estados Unidos exige que bombeiros e paramédicos só cheguem perto de vítimas de uma batida depois de terem certeza que o motor foi cortado. E o mesmo jornal publica outra reportagem sobre o salão de automóveis de Frankfurt dizendo que os europeus finalmente aderiram aos híbridos. Há vários modelos equipados com essa tecnologia. Mas a Europa insiste que o melhor caminho para fabricar carros limpos é usar a tecnologia do diesel. Esse combustível, o que é produzido nos países desenvolvidos, que fique bem entendido, além do seu baixo teor de emissões, é eficiente e perdeu aquele cheirinho desagradável. Mas como o mercado americano parece enamorado com o híbrido, para não perder vendas, os europeus resolveram, adotá-lo. Ainda que a contragosto.

Redação ((o))eco ·
19 de setembro de 2005 · 20 anos atrás

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