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Desastre chinês

Chegou a Harbin, cidade de 4 milhões de habitantes, navegando lentamente pela superfície do rio Songhua, na China, a mancha de 80 quilômetros de extensão do benzeno que vazou de refinaria da PetroChina instalada rio acima. A água está imprópria para qualquer tipo de uso por humanos, até mesmo para dar descarga no banheiro. Quem beber dela terá no mínimo a boca infestada por aftas. No máximo, vai desenvolver leucemia. A fauna do rio já começou a sentir os efeitos do vazamento. Seus peixes estão morrendo aos borbotões. O China Daily conta que o governo não tem meios de combater o vazamento e muito menos limpar a sujeirada. E que pela primeira vez na história do país, as autoridades pediram desculpas à população pela sua participação direta numa catástrofe.

Redação ((o))eco ·
24 de novembro de 2005 · 20 anos atrás

Chegou a Harbin, cidade de 4 milhões de habitantes, navegando lentamente pela superfície do rio Songhua, na China, a mancha de 80 quilômetros de extensão do benzeno que vazou de refinaria da PetroChina instalada rio acima. A água está imprópria para qualquer tipo de uso por humanos, até mesmo para dar descarga no banheiro. Quem beber dela terá no mínimo a boca infestada por aftas. No máximo, vai desenvolver leucemia. A fauna do rio já começou a sentir os efeitos do vazamento. Seus peixes estão morrendo aos borbotões. O China Daily conta que o governo não tem meios de combater o vazamento e muito menos limpar a sujeirada. E que pela primeira vez na história do país, as autoridades pediram desculpas à população pela sua participação direta numa catástrofe.

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