Notícias

Beleza põe mesa

Um estudo realizado na Grã-Bretanha afirma que o capital empregado na conservação de mamíferos e aves por fundações ambientais e filantrópicas costuma ter o mesmo tamanho daquele utilizado por campanhas para diminuir o aquecimento global. Para Zac Goldsmith, um dos principais ativistas da Inglaterra, o cenário é uma verdadeira loucura: é muito fácil levantar dinheiro para salvar o urso polar e extremamente difícil fazer o mesmo para aumentar a eficiência energética dos combustíveis usados por carros. “Mesmo sabendo que os ursos polares não vão sobreviver às mudanças climáticas”, completou o inglês para o jornal The Independent.

Redação ((o))eco ·
28 de maio de 2007 · 19 anos atrás

Leia também

Colunas
13 de fevereiro de 2026

Perigos explícitos e dissimulados da má política ambiental do Brasil

pressões corporativas frequentemente distorcem processos democráticos, transformando interesses privados em decisões públicas formalmente legitimadas

Notícias
13 de fevereiro de 2026

Transparência falha: 40% dos dados ambientais não estavam acessíveis em 2025

Das informações ambientais disponibilizadas, 38% estavam em formato inadequado e 62% desatualizadas, mostra estudo do Observatório do Código Florestal e ICV

Análises
13 de fevereiro de 2026

O Carnaval é termômetro para medir nossos avanços no enfrentamento da crise climática

Os impactos da crise climática já são um problema do presente. Medidas políticas eficazes de prevenção aos eventos climáticos extremos não podem ser improvisadas às vésperas das festividades

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.