Notícias

Invasões

O anoni, capim de origem africana introduzido no Rio Grande do Sul em 1950, é motivo de grande preocupação nos estados do Sul. Nos pampas gaúchos, o capim já ocupa quase dois milhões de hectares. Acabou com as pastagens nativas e agora avança a passos largos em direção a Santa Catarina e Paraná. Aplicações localizadas de herbicidas ajudam, mas não resolvem. No arquipélago de Fernando de Noronha a preocupação é com outra espécie. A leguminosa Leucena leocucephala, trazida na mesma época, começa a infestar a região, que já tem problemas com a jitirana. Leguminosa trepadeira que cobre a copa das árvores, as impede de respirar e as leva à morte. A leucena preocupa os ambientalistas por ser agressiva sobre outras espécies ao intoxicar o solo com uma enzima de sua raiz. Um projeto estadual que visa a recomposição da flora nativa e a erradicação da leucena e da jitirana está previsto para o início de 2008 . A notícia é do Estado de São Paulo.

Eric Macedo ·
18 de julho de 2007 · 19 anos atrás

Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar

Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.

Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.

Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.

Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.

Leia também

Notícias
10 de julho de 2026

Goleiro de Cabo Verde é homenageado com nova espécie marinha

Vozinha, herói na campanha histórica do país africano na Copa do Mundo de 2026, teve seu nome dado a um recém-descoberto molusco do Caribe

Notícias
10 de julho de 2026

Campanha premiada em Cannes coloca conservação marinha brasileira em evidência

Reconhecimento em Festival de Criatividade de Cannes impulsiona debate sobre conservação marinha e reforça criação da maior área protegida do oceano brasileiro

Análises
10 de julho de 2026

Quem destrói mais – agronegócio ou El Niño?

Enquanto as oscilações do El Niño são temporárias, a destruição contínua gerada pelo agronegócio impõe um colapso hídrico e climático de longa duração

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.