Nesta segunda-feira o Ministério do Meio Ambiente (MMA) anunciou a segunda etapa do programa Áreas Protegidas da Amazônia (ARPA), que desde 2003 ajudou com recursos técnicos e financeiros na criação ou implementação de 63 unidades de conservação, o equivalente a 34 milhões de hectares. A meta para a próxima fase, que se encerra em 2013, é criar mais 20 milhões de hectares áreas protegidas na Amazônia. Maria Cecília Wey de Brito, secretária de Biodiversidade e Florestas do MMA, adiantou que para esta segunda etapa serão investidos cerca de 120 milhões de dólares.
No dia 21 de outubro o MMA manterá em sua página na internet informações para consulta sobre o programa. Os recursos do ARPA representam, de longe, os mais importantes investimentos para que as unidades de conservação na Amazônia saiam do papel. O ARPA é resultado de uma parceria do governo federal com Funbio, WWF-Brasil, Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF), o banco alemão KfW e a agência de cooperação alemã GTZ. É prevista ainda uma terceira etapa do programa, que durará até o ano de 2016.
Leia também
PF investiga fraudes em licitações da Agência Nacional de Mineração
Operação Pedra Turva apura manipulação de leilões de áreas minerárias com invasão de sistemas, uso de empresas de fachada e negociação irregular de direitos →
“Quem para a lama da morte?”
Rejeitos dos transbordamentos de minas da Vale contaminam rio Paraobeba e afluentes. Comunidades ribeirinhas, já impactadas por Brumadinho, revivem drama →
Tubarões são famosos por seus dentes ameaçadores, mas a acidificação dos oceanos pode torná-los mais fracos
Cientistas alemães descobriram que a acidificação dos oceanos pode enfraquecer os dentes de tubarões nas futuras gerações, devido a mudanças na química marinha →




