Notícias

O belo tiê-sangue

Lindo mas desafinado, a plumagem vermelha desse pássaro tipicamente brasileiro é sua maior característica. Foto: Daniel Garcia Neto

Duda Menegassi ·
2 de julho de 2012 · 14 anos atrás
A foto que ((o))eco traz hoje homenageia o Tiê-sangue (Ramphocelus bresilius), também conhecido como Sangue-de-boi e Tiê-fogo. Esses nomes advêm da sua viva plumagem vermelha. É uma ave tipicamente brasileira e ocorre da Paraíba a Santa Catarina, em áreas de restinga, plantações e matas baixas. Não mede mais do que 20cm e pesa cerca de 31 gramas. O tiê-sangue se alimenta de frutos, além de insetos e vermes. Sua beleza faz com que, não raro, seja vítima de contrabando, entretanto, ele ainda não se encontra ameaçado de extinção. Destingui-se por sua beleza, porém há quem diga que seu canto é duro. Assim, lindo e desafinado, o tiê-vermelho costuma viver em pares ou em pequenos grupos.  A fêmea gera de 2 a 3 ovos por postura, com um período de incubação de 13 dias.  Foto: Daniel Garcia Neto

  • Duda Menegassi

    Jornalista ambiental especializada em unidades de conservação, montanhismo e divulgação científica. →

Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar

Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.

Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.

Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.

Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.

Leia também

Reportagens
27 de outubro de 2026

Políticas alimentares foram ‘totalmente degradadas’ sob Bolsonaro, afirma secretária 

Ana Terra Reis, do Ministério do Desenvolvimento Agrário, fala sobre os desafios da agricultura familiar diante das disputas territoriais em plena crise climática →

Colunas
27 de outubro de 2026

Navegando pelo retrocesso

A segurança da população não pode depender da disposição de legisladores em reconhecer os limites ecológicos, nem ficar subordinada aos interesses setoriais instalados no Congresso →

Colunas
27 de outubro de 2026

Do pasto à prateleira do mercado: os custos ocultos da indústria da carne bovina no Cerrado

Cobrar transparência não é um mero detalhe burocrático, mas uma condição para que seja possível cobrar responsabilidades ao longo da cadeia →

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.