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Uma arara-canindé apaixonada

A homenageada desta semana não está ameaçada, mas existe a turma que ama engaiolá-las. Entretanto, o melhor amor não tem porta nem grades. Foto: Edgard Onoda

Redação ((o))eco ·
6 de setembro de 2012 · 14 anos atrás
O animal homenageado desta semana em ((o))eco é a Arara-canindé (Ara ararauna), também conhecida como arara-de-barriga-amarela, canindé, arara-amarela e ara-arauna. Trata-se da arara apaixonada de Affonso Romano de Sant’Anna, que sai da Floresta da Tijuca para se encontrar com seu amado preso na gaiola do zoológico.

Estivessem juntos, fariam seu ninho entre dezembro e maio, provavelmente no buraco do tronco de uma grande palmeira morta, uns 20 metros acima do solo. Em seu ninho, haveria 2 ovinhos que levariam entre 3 e 4 semanas para chocar. Não ficariam paradas. Logo que pudessem, buscariam outras paragens, já que migram em busca de alimento, uma dieta a base de sementes, frutas e nozes.







Além do Brasil, as Araras-Canindé habitam desde o leste do Panamá até o Paraguai. Gostam de viver em pares ou trios. Esses núcleos continuam a existir mesmo quando vários se juntam para formar bandos de até 30 indivíduos.

Apesar de não ser considerada ameaçada, há aqueles que gostam de mantê-las em gaiolas. Amam as aves, dizem. Melhor seria se este amor não tivesse grades. Foto: Edgard Onoda

 

 
 

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