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Candura

Para variar, a terça-feira foi um dia de sinceridade ímpar na Câmara dos Deputados. Em audiência pública, Cristiano Krok, presidente da Engevix, empresa que assinou relatório de impacto ambiental ignorando a existência de 4 mil hectares de Mata Atlântica primária em área que está sendo alagada pela usina hidrelétrica de Barra Grande , no Rio Grande do Sul, admitiu que não houve incompetência. Foi desleixo mesmo. O estudo foi superficial, feito a partir de imagens de satélite e sem qualquer visita à campo. A tal “mancha verde” que se via nas fotos só preocupou os técnicos da empresa depois que ambientalistas começaram a denunciar seu crime ambiental. Krok continua solto, a Engevix continua funcionando e a Baesa, consórcio responsável pela usina, ganhou na Justiça o direito de pô-la para funcionar

Carolina Elia ·
30 de agosto de 2005 · 20 anos atrás

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