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Outra da Fatma

A Justiça Federal negou pedido da Companhia Catarinense de Empreendimentos Florestais para derrubar multa de 775 mil reais que lhe tinha sido aplicada pelo Ibama pelo corte de mais de 150 hectares de mata nativa em Área de Preservação Permanente. A empresa, que pertence à multinacional canadense Brascan, alegou que tinha autorização da Fatma, órgão ambiental de Santa Catarina, para fazer a derrubada. Aparentemente, a recente fama da Fatma de fechar os olhos para agressões ao meio ambiente já foi percebida pelo Judiciário.

Redação ((o))eco ·
15 de setembro de 2005 · 20 anos atrás

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