
As experiências da Rede de Sementes do Xingu em coletar, manejar e armazenar sementes nativas foram reunidas em uma publicação que tem como objetivo ajudar quem quer entrar no setor de produção de sementes ou quem já está dentro, mas precisa adequar seu negócio às práticas ambientais. Os seis capítulos da cartilha são recheados de mapas, infográficos e desenhos que ilustram o caminho que a semente percorre, desde a coleta até a precificação.
O material foi organizado por alunos e professores da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (ESALQ), Universidade Federal de São Carlos (Ufscar), Instituto Socioambiental (ISA) e técnicos da Rede de Sementes do Xingu e é fruto de 2 anos de trabalho junto aos indígenas, agricultores familiares, produtores rurais, pesquisadores e técnicos para reunir modos de fazer, trocas de experiências, inovações e tecnologias adaptadas.
Além da cartilha, um DVD acompanha a publicação. Ele traz 5 vídeos que retratam as diferentes experiências de coletores quanto às técnicas de produção de sementes. Os vídeos também poderão ser vistos nas páginas do Facebook da Associação Rede de Sementes do Xingu e do Instituto Socioambiental (ISA). O primeiro vídeo da série já está disponível.
Saiba Mais
Cartilha Coletar, Manejar e Armazenar as experiências da Rede de Sementes do Xingu
Leia Também
Presença de tucanos mantém diversidade das palmeiras juçara
Maitacas predadoras de sementes, cores e agroflorestas
O que são Alimentos Transgênicos
Leia também
As cores, vidas e luzes de Abrolhos
Apesar das dificuldades logísticas para visitá-lo, o primeiro parque marinho do país é um destino que vale muito a pena conhecer →
Trump desbanca clima na lista de riscos globais
Relatório publicado pelo Fórum Econômico Mundial diz que confronto geopolítico preocupa mais, a curto prazo, do que as mudanças climáticas →
Raiva transmitida por animais silvestres desafia órgãos de saúde e de conservação
Controle da doença no meio urbano deslocou os maiores riscos para a fauna nativa e exige novas estratégias de prevenção →





