Notícias

Explicação

Em resposta à manifestação do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), que na semana passada ficaram dois dias acampados em serrarias da cidade catarinense de Anita Garibaldi, a Barra Grande S.A (Baesa) negou que estivesse desrespeitando o acordo que firmou com a entidade. O MAB acusa a empresa de desviar a madeira cortada da floresta de araucária (que hoje virou o lago da hidrelétrica) para outros fins que não a construção de casas populares. A Baesa diz que o termo define a construção de 66 casas, das quais 62 já estão prontas. E que vai entregar o que sobrou da madeira à prefeitura da cidade no final de abril, quando todos os domicílios estiverem erguidos. O MAB reclama que a madeira restante (e supostamente desviada) serve para fazer outras 450 casas.

Redação ((o))eco ·
26 de março de 2007 · 19 anos atrás

Leia também

Colunas
13 de fevereiro de 2026

Perigos explícitos e dissimulados da má política ambiental do Brasil

pressões corporativas frequentemente distorcem processos democráticos, transformando interesses privados em decisões públicas formalmente legitimadas

Notícias
13 de fevereiro de 2026

Transparência falha: 40% dos dados ambientais não estavam acessíveis em 2025

Das informações ambientais disponibilizadas, 38% estavam em formato inadequado e 62% desatualizadas, mostra estudo do Observatório do Código Florestal e ICV

Análises
13 de fevereiro de 2026

O Carnaval é termômetro para medir nossos avanços no enfrentamento da crise climática

Os impactos da crise climática já são um problema do presente. Medidas políticas eficazes de prevenção aos eventos climáticos extremos não podem ser improvisadas às vésperas das festividades

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.