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Desperdício

Parece que virou moda no Rio de Janeiro deixar água tratada jorrar. Há alguns meses, na Rua Marques de São Vicente, que dá acesso a O Eco, um condomínio teve um chafariz indesejado por mais de uma semana em sua porta porque a Companhia Estadual de Água e Esgoto tampou os ouvidos para as reclamções dos moradores de que um cano havia estourado. Agora, a bucólica rua Aiuru, no bairro do Humaitá, ganhou uma riacho onde antes existia uma passagem. Desta vez um funcionário da Cedae foi consertar o vazamento no último sábado. Mas bastou virar a esquina para a água voltar a escapar com vontade. De lá pra cá já se vão 6 dias de desperdício.

Redação ((o))eco ·
2 de agosto de 2007 · 18 anos atrás

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