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Preservação, só no papel

Criada em 1997 com o objetivo de conservar a pesca tradicional feita pelos moradores locais, a Reserva Extrativista Marinha de Arraial do Cabo convive com muitos problemas desde então. Seja em virtude da captura predatória de peixes realizada por indústrias, da falta de fiscalização do Ibama ou da invasão de grandes embarcações, a verdade é que o índice de preservação na unidade foi baixo durante os últimos dez anos. Quem tem certeza é o Laboratório de Sistemas Avançados de Gestão de Produção (Sage) da Coppe/ UFRJ, que acaba de desenvolver um estudo na região com apoio na Petrobras.

Redação ((o))eco ·
15 de fevereiro de 2008 · 18 anos atrás

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