Imperatriz, localizada na Amazônia Maranhense, é uma cidade que cresceu em meio às adversidades. Com financiamento do governo para sua exploração, a região se tornou propícia para o avanço do desmatamento e o comércio de madeira, o que impulsionou o crescimento populacional acelerado. No entanto, esse processo veio acompanhado de vários desafios, como a violência contra povos indígenas, além de grilagem e disputa de terras. A devastação ambiental já era prevista.
Este é o segundo episódio da série do podcast que investiga a história de Imperatriz do Maranhão, cidade que se expandiu sob a devastação de seus ecossistemas.
Reportagem/Locução: Dhara Inácio
Roteiro: Dhara Inácio
Direção/Orientação: Elizabeth Oliveira e Daniele Bragança
Trabalhos técnicos: Edir Soares e Dina Prardo
Apoio das professora do curso de jornalismo da UFMA, Campus Imperatriz: Izani Mustafá e Roseane Arcanjo Pinheiro
Esse conteúdo é resultado da bolsa-reportagem concedida aos alunos do Minicurso de Jornalismo Ambiental, realizado por ((o))eco, Imazon e Fundação Amazônia Sustentável
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Ibama libera abate de pirarucu fora da Amazônia e classifica espécie como invasora
Nova instrução normativa permite pesca sem restrições em bacias onde o peixe não é nativo e prevê uso social da carne →
CleanUp Bay 2026 mobiliza cinco municípios em ação simultânea na Baía de Guanabara
Mutirão reúne voluntários no Dia Mundial da Água e evidencia pressão dos resíduos sobre um dos ecossistemas costeiros mais impactados do país →
Turismo de observação da baleia-franca-austral cresce em Santa Catarina
Estado se torna Área Patrimônio de Baleias, selo que pode ajudar na conservação da espécie; Expansão urbana, política e especulação imobiliária ameaçam conquistas →

