Imperatriz, localizada na Amazônia Maranhense, é uma cidade que cresceu em meio às adversidades. Com financiamento do governo para sua exploração, a região se tornou propícia para o avanço do desmatamento e o comércio de madeira, o que impulsionou o crescimento populacional acelerado. No entanto, esse processo veio acompanhado de vários desafios, como a violência contra povos indígenas, além de grilagem e disputa de terras. A devastação ambiental já era prevista.
Este é o segundo episódio da série do podcast que investiga a história de Imperatriz do Maranhão, cidade que se expandiu sob a devastação de seus ecossistemas.
Reportagem/Locução: Dhara Inácio
Roteiro: Dhara Inácio
Direção/Orientação: Elizabeth Oliveira e Daniele Bragança
Trabalhos técnicos: Edir Soares e Dina Prardo
Apoio das professora do curso de jornalismo da UFMA, Campus Imperatriz: Izani Mustafá e Roseane Arcanjo Pinheiro
Esse conteúdo é resultado da bolsa-reportagem concedida aos alunos do Minicurso de Jornalismo Ambiental, realizado por ((o))eco, Imazon e Fundação Amazônia Sustentável
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Tuberculose mata três macacos no Cetas-RJ; centro está em quarentena
Confirmação da doença que levou a óbito macacos-pregos no Cetas de Seropédica leva Ibama a estender suspensão no recebimento de novos animais →
PL que retarda ação de órgãos ambientais por dois anos tem urgência aprovada
Proposta de deputado do PL prevê que órgãos ambientais aguardem dois anos para aplicar medidas como embargos e apreensões em propriedades de até 560 hectares →
Enchentes do Rio Grande do Sul fundamentam novo conceito para identificar áreas de risco
Chamada de Zona de Arraste, nova classificação nomearia fenômeno onde a força da natureza transforma uma inundação em um fenômeno de alta capacidade destrutiva →

