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Vídeo: Por que uma empresa vai preferir comprar produtos que vem de uma unidade de conservação? Por Roberto Palmieri

Investir em uma unidade de conservação de uso sustentável já garante para a uma empresa preocupada com a cadeia do produto a origem e a forma de manejo dele

Marcio Isensee e Sá ·
29 de agosto de 2018 · 8 anos atrás
O ouriço da castanha aberto, com as castanhas dentro, na Reserva Extrativista Chico Mendes. A exploração da castanha-do-brasil ajuda as comunidades a manter a floresta em pé. Foto: Duda Menegassi/Wikiparques.

Unidades de Conservação que preveem a ocupação de comunidades tradicionais vivem um eterno dilema: conservação versus desenvolvimento social. Para superar essa dicotomia, o projeto Floresta de Valor, do IMAFLORA, acredita que fomentar atividades produtivas são um caminho para a consolidação de áreas protegidas, conservação de recursos naturais e valorização populações tradicionais e agricultores familiares.

Quando uma empresa opta por comprar produtos de dentro de UCs, obtém benefícios como garantir a origem do produto, gerar riqueza com uma produção sustentável e, de bandeja, garantir que sua imagem não esteja atrelada a destruição da floresta. Segundo Roberto Palmieri, Secretário Adjunto do Imaflora, “as empresas que procuram unidades de conservação e populações tradicionais para trabalhar no longo prazo com cadeias de fornecimento sustentáveis está possibilitando que se mantenha a floresta em pé além de gerar retorno financeiro para que as comunidades possam acessar bens de consumos e serviços”.

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O desafio do IMAFLORA é envolver mais o setor privado e alinhar a produção com políticas públicas e uma gestão completa da unidade de conservação, com Plano de Manejo que defina a forma e limites do manejo dos recursos. “As comunidades já fazem o manejo dos recursos e podem oferecer e garantir um produto de origem sustentável, inclusive com rastreabilidade”, conclui Palmieri.

 

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