Notícias
21 de dezembro de 2006

Salto

O quarto boletim do SAD sobre Mato Grosso sai na semana que vem e aponta para um aumento desproporcional do desmatamento em áreas de assentamentos no estado.

Por Redação ((o))eco
21 de dezembro de 2006
Colunas
21 de dezembro de 2006

Para inglês ver

O uso abusivo do termo “unidades de conservação” para áreas de exploração e agropecuária esconde os verdadeiros interesses de quem quer receber aplausos às custas da natureza.

Por Maria Tereza Jorge Pádua
21 de dezembro de 2006
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21 de dezembro de 2006

Capítulo final

Até que não vai ficar tão feio para o Lula encerrar este primeiro mandato. Depois de dizer que ambientalista é entrave, uma das últimas solenidades de sua gestão será a sanção da Lei da Mata Atlântica. Está marcada para esta sexta-feira, dia 22 de dezembro, às 11 horas no Palácio do Planalto.

Por Redação ((o))eco
21 de dezembro de 2006
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21 de dezembro de 2006

Falta um

Para deixar perfeito o dia dos militantes da proteção da Mata Atlântica, Lula terá que cumprir ainda o acordo de vetar o artigo 29, aquele em que os ruralistas propuseram uma possível exploração de espécies vulneráveis se os órgãos ambientais julgarem uma prática sustentável. O texto abre brechas para que se entre em trechos preservados de floresta.

Por Redação ((o))eco
21 de dezembro de 2006
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21 de dezembro de 2006

Bula

O ambientalista Mário Mantovani da SOS Mata Atlântica, analisou com cuidado todos o artigos da lei e garante que ela é bastante positiva. Vários artigos têm como finalidade o incentivo à preservação de áreas intocadas e à recuperação daquelas que estão degradadas. Segundo Mantovani, a parte da lei que versa sobre incentivos econômicos é a mais importante, pois reconhece a função social das áreas conservadas. Isso ajudará a canalizar mais recursos aos municípios com trechos de Mata Atlântica.

Por Redação ((o))eco
21 de dezembro de 2006
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21 de dezembro de 2006

Tarefas cumpridas

O Conselho Estadual do Meio Ambiente de São Paulo teve no dia 20 de dezembro sua última reunião de 2006 e encerrou, assim, a agenda sob a presidência do atual secretário de Meio Ambiente do estado, José Goldemberg. Entre as decisões, o conselho apoiou a criação da Estação Ecológica do Barreiro Rico, no município de Anhembi, e atestou a viabilidade ambiental de três empreendimentos: ampliação do terminal de contêineres, de responsabilidade do Tecondi-Terminal para Contêineres da Margem Direita S/A, implantação das atividades de lavra de bauxita para fabricação de alumínio, da Companhia Brasileira de Alumínio, e ampliação da Unidade Cruz Alta da destilaria de álcool e usina de açúcar (com co-geração de energia), da Açúcar Guarani S/A.

Por Redação ((o))eco
21 de dezembro de 2006
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21 de dezembro de 2006

Repúdio

José Goldemberg assinou uma moção manifestando a preocupação de todo o conselho “diante das recentes afirmativas do Senhor Presidente da República, Luis Inácio Lula da Silva, de que a questão ambiental representa um entrave ao desenvolvimento do País”. O texto, entre outras afirmações, declarava reconhecer “igualmente a necessidade de constante busca e aprimoramento de um modelo de sustentabilidade para o país, nos quais os bens indisponíveis da sociedade brasileira, representados pelo patrimônio ambiental público, tenham sua proteção contemplada de forma prioritária em relação aos outros interesse setoriais”.

Por Redação ((o))eco
21 de dezembro de 2006
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21 de dezembro de 2006

Insones

A capa do jornal britânico The Independent desta quinta-feira traz a foto de um urso pardo acompanhada da manchete “Mudança climática vs mãe natureza”. A reportagem diz respeito à revelação de cientistas de que ursos pararam de hibernar nas montanhas do norte da Espanha. Segundo o jornal, o fato é um dos mais fortes sinais do quanto o aquecimento global afeta o mundo natural. Os especialistas espanhóis, da Fundação Urso Pardo, dizem que muitos dos 130 bichos que eles estudam continuaram acordados nos últimos invernos, o que contraria o seu hábito de dormir durante essa estação como forma de conservar energia, já que a comida é pouca. A estranheza é resultado de invernos mais amenos.

Por Eliane Garcia
21 de dezembro de 2006
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21 de dezembro de 2006

Embarcação ecológica

O Brasil vai ganhar, até o final de 2007, seu primeiro ferry-boat movido a GNV (gás natural veicular). A embarcação, que deve custar quase R$ 35 milhões, vai circular no litoral baiano e deve reduzir de 50 para 22 minutos a travessia entre Salvador e Morro de São Paulo. O novo ferry tem um peso médio de 170 toneladas com capacidade para 500 passageiros e 80 carros, enquanto os atuais pesam 1.200 toneladas e transportam normalmente 400 passageiros e 50 carros. A utilização pioneira do GNV vai possibilitar uma redução no consumo do diesel de 80%, o que vai gerar um custo menor de operação do sistema e reduzir praticamente a zero a emissão de enxofre e outros poluentes.

Por Redação ((o))eco
21 de dezembro de 2006
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