Análises
24 de julho de 2006

Macabro

De Cláudio T. J. Padua Caro Editor,Não tenho nenhuma dúvida de que uma sucuri (Eunectes sp.) possa engolir um homem. Na verdade acho que acontece com frequência maior do que possamos imaginar.No entanto a reportagem exarada na "Salada Verde", datada de 21/07/06 e denominada de Macabro, está mais para reportagem do Show da Xuxa do que para um furo jornalístico com a correta verificação da fonte, o que, espera-se deste sempre imparcial e louvável veículo informativo. Parece que algum "cadete" do tal acampamento de fuzileiros pregou uma peça no reporter responsável. Não sei se por brincadeira ou para denegrir a imagem de O ECO.Na verdade esta cobra trata-se de uma piton e não de uma sucuri. Portanto, provavelmente este fato ocorreu na Asia ou Africa e não aqui.Feito os esclarecimentos, despeço-me.

Por Redação ((o))eco
24 de julho de 2006
Análises
24 de julho de 2006

Dá para acreditar?

De Assessoria de ComunicaçãoSecretaria do Verde e do Meio AmbienteEm resposta à nota da Seção Salada Verde, 06/07/2006, sob o título "Dá para acreditar?", esclarecemos que compete à Prefeitura de São Paulo, através das Subprefeituras, atuar na fiscalização de uso e ocupação de solo.O empreendedor de natureza residencial, comercial ou outra, que consegue o Alvará, preenche os requisitos da Lei. Tecnicamente o aumento do numero de alvarás significa o aumento da fiscalização e a aplicação de parâmetros contidos nas leis que incidem sobre a área.A maioria das ocupações na Área de Proteção aos Mananciais são realizadas à margem da lei e dos padrões urbanísticos e ambientais mínimos. A gestão dessas áreas é compartilhada entre Estado e Município e tem obtido sucesso em seu trabalho de proteção aos recursos naturais e melhoria da qualidade de vida da população.A preocupação e a ação principal da Secretaria do Verde e do Meio Ambiente do Município de São Paulo incidem, pois, sobre os processos ilegais. Embora a expansão urbana na área de Mananciais continue, a fiscalização vem se ampliando gradativamente impedindo ocupações e, por vezes, procedendo a desocupação de áreas. Esta pressão do poder público, decerto, também obriga proprietários a buscar a legalização e nesse sentido realizar o uso sustentável dessas áreas.

Por Redação ((o))eco
24 de julho de 2006
Notícias
24 de julho de 2006

Esclarecimento

O Eco recebeu um e-mail do biólogo Fabio Olmos sobre a nota “Macabro”, publicada logo abaixo, sugerindo que é grande a possibilidade que nossa reportagem tenha caído numa espécie de conto do vigário tão comum na Internet. Ele não contesta que as fotos de uma cobra com um cadáver no ventre sejam verdadeiras. Mas apenas que o réptil não é uma sucuri, mas sim uma python reticulatus, que ocorre no Sudeste da Ásia e tem o hábito de engolir gente. Vale reiterar que Reuber Brandão, o herpetólogo que O Eco consultou para saber como sucuris matariam um homem, nunca chegou a ver as imagens que foram publicadas. Acreditou na informação que lhe foi repassada pela reportagem e limitou-se a explicar o que lhe foi perguntado. O erro de informação, portanto, é de inteira responsabilidade da redação. O que de maneira nenhuma invalida a publicação das imagens, que são de fato impressionantes.

Por Carolina Elia
24 de julho de 2006
Notícias
21 de julho de 2006

Veto

Nesta sexta-feira, Mato Grosso do Sul vetou oficialmente o projeto de lei que estabelece normas para exploração dos recursos pesqueiros no estado. O governo local encontrou uma série de inconsistências na proposta apresentada na Assembléia Legislativa. Um dos problemas apontados pelo superintendente de pesca, Thomaz Lipparelli, se refere ao afastamento proposto do governador na condução da política ambiental no estado. Além disso, para o estado é inviável que tais medidas vigorem sem que se conheça o real número de pescadores em Mato Grosso do Sul, consequentemente, o impacto de suas atividades nos estoques pesqueiros.

Por Redação ((o))eco
21 de julho de 2006
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21 de julho de 2006

Festa

Pelo menos durante alguns dias do ano, a pequena Paraty, no litoral sul fluminense, se torna uma cidade das mais cosmopolitas. A Festa Literária...

Por Redação ((o))eco
21 de julho de 2006
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21 de julho de 2006

Cores naturais

O distrito de Itaipuaçu, em Maricá, Região dos Lagos fluminense, é dica de pedalada do blog Pulso, do Globo Online. São mais de 20 quilômetros de...

Por Redação ((o))eco
21 de julho de 2006
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21 de julho de 2006

Outras faces

Há muito mais para se ver no Peru além de Machu Picchu, ainda que essa seja uma das principais atrações do país. Enquanto a cidade inca recebeu...

Por Redação ((o))eco
21 de julho de 2006
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21 de julho de 2006

Má notícia

Dezenove especialistas de renome mundial em biodiversidade escreveram um artigo para a última edição da revista Nature, em que alertavam para a possibilidade de uma perda catastrófica de espécies em pouco tempo. A destruição de habitats naturais e as mudanças climáticas estão fazendo com que as espécies desapareçam de 100 a 1000 vezes mais rápido do que o ritmo natural. Um quarto dos mamíferos, um terço dos anfíbios e mais de um décimo das aves estão ameaçados hoje. Segundo o jornal britânico The Guardian, alguns cientistas acreditam que estamos a poucos passos de uma nova extinção em massa.

Por Redação ((o))eco
21 de julho de 2006
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21 de julho de 2006

Raspa do tacho

O The Guardian também traz uma reportagem sobre a situação dos tigres, que pode ser ainda pior do que se imagina. Estudo de conservacionistas britânicos aponta para um sério perigo de desaparecimento da espécie. Só restam 7% da área ocupada originalmente por tigres no mundo, sendo que nos últimos 10 anos, houve uma diminuição de 41% nesse número. A população dos animais na Índia, por exemplo, caiu de 100 mil no século XIX, para 3,6 mil agora. Perda de seus habitats naturais e caça são as principais mazelas por que passam os bichos.

Por Redação ((o))eco
21 de julho de 2006
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21 de julho de 2006

Foras da lei

Pesquisadores brasileiros de biodiversidade admitem que mais de 90% deles atuam ilegalmente frente ao governo federal. Uma reportagem do jornal O Estado de São Paulo mostra que é o anacronismo da legislação que emperra as pesquisas e tem causado problemas judiciais aos cientistas. Há alguns dias, o museu Goeldi recebeu uma notificação do Ibama por ter ultrapassado sua cota de coleta na Floresta Nacional de Caxiumã, no Pará, em função de uma pesquisa que, segundo o museu, subsidiaria o próprio plano de manejo da unidade. “Expressamos os mais enérgicos protestos pela patética e agressiva ação de agentes do Ibama”, diz uma carta da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, enviada esta semana ao Ministério do Meio Ambiente.

Por Redação ((o))eco
21 de julho de 2006

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