Notícias
14 de junho de 2006

Calor londrino

A última segunda-feira foi o 12 de junho mais quente da Grã-Bretanha em mais de oitenta anos. Com esse e outros sinais de que este pode ser um verão de calor fora do comum, o departamento que monitora a qualidade do ar no país já alerta a população para tomar algumas medidas, como evitar saídas desnecessárias de carro. Isso porque as altas temperaturas podem aumentar a poluição, além do desenvolvimento de plantas que liberam pólen causador de reações alérgicas. A perspectiva é aterrorizante para os milhares de britânicos que sofrem de asma. A reportagem é do jornal The Independent.

Por Redação ((o))eco
14 de junho de 2006
Notícias
14 de junho de 2006

De virada

O Japão conseguiu comprar mais três votos na Comissão Internacional da Baleia, da ONU, o que lhe dará maioria na reunião que acontece ainda esta semana e pode lhe render a presidência do grupo. O país quer acabar com a moratória da caça ao mamífero, em vigor há vinte anos. A diplomacia japonesa não mede esforços. Oferece pacotes de ajuda financeira a países pequenos que nada têm a ver com os animais, mas entram nos fóruns internacionais e votam a seu favor. Ainda segundo o The Independent, esse pode ser o início de uma virada dos países caçadores (entre os quais estão também Noruega e Islândia) contra o movimento ambientalista, que há anos luta pelos mamíferos com frases já famosas como “Salvem as baleias”.

Por Redação ((o))eco
14 de junho de 2006
Reportagens
14 de junho de 2006

Precisa-se de limite

Deputados de Mato Grosso propõem redução de 50 mil hectares no Parque Estadual do Cristalino. Apesar do apelo de ambientalistas, governador não se posiciona.

Por Andreia Fanzeres
14 de junho de 2006
Colunas
14 de junho de 2006

O seguro, morreu afogado

Pouca gente já parou para pensar nisso, mas a Lloyd’s, gigante dos seguros, está preocupadíssima com o efeito das mudanças climáticas nos seus negócios.

Por Rafael Corrêa
14 de junho de 2006
Colunas
14 de junho de 2006

Escatologia Pura

Empresa irlandesa usa excremento para gerar crédito de carbono e lucrar com as reduções de emissão. Agora, está de olho nos gases da pecuária nacional.

Por Sérgio Abranches
14 de junho de 2006
Análises
14 de junho de 2006

Os peixes do Pantanal pedem água

De Emiko Kawakami de ResendePesquisadora III - Pesquisadora Embrapa Pantanal Prezado Marcos Sá Correa,Fico profundamente triste com a interpretação equivocada da pesca profissional artesanal e dos dados da pesca de Mato Grosso do Sul. Como meu nome foi citado, não posso deixar de responder ao seu editorial sobre " Os peixes do Pantanal pedem água". Vamos por partes:1- Não é verdade que a produtividade tenha caído. O que acontece é que os aparelhos de captura que produziam 286,8 quilos por dia estão proibidos. A média atual de 7,21kg foi conseguida por redes de espera que foram colocadas no curso superior do rio Miranda.Os aparelhos de captura utilizados para obter 286,8kg por dia eram o tarrafão e a rede de lance, utilizadas nos trechos do rio na planície pantaneira (regiões muito mais produtivas) e há muito proibidos. Esse valor incluía também a pesca de curimbatá, peixe detritívoro abundante no rio Miranda, cuja pesca está proibida desde 1993. Necessário é dizer ainda que redes de espera possuem capacidade muito mais baixa de captura que os tarrafões e as redes de lance.Clique aqui para ler esta carta na íntegra.

Por Redação ((o))eco
14 de junho de 2006
Notícias
13 de junho de 2006

Em vez de madeira, diamante

A Polícia Federal iniciou na última segunda-feira a Operação Tibagi para combater a extração ilegal de diamantes e crimes decorrentes da falsificação do documento que permite a comercialização internacional das pedras. Segundo as investigações, o superintendente do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) comandava a quadrilha que retirava clandestinamente diamantes do leito do rio Tibagi, preso em Curitiba. Foram cumpridos ainda outros 11 mandados de busca e apreensão.

Por Carolina Elia
13 de junho de 2006
Notícias
13 de junho de 2006

Fora do ar

Numa decisão inédita, a juíza federal de Porto Alegre, Clarides Rahmier, determinou a suspensão de todas as propagandas que tenham apelo publicitário estritamente positivo em relação ao plantio de monoculturas de árvores, como pinus, eucalipto e acácia negra. Ela argumenta que como a prática também traz problemas ambientais, deve ser explicitada para o público. A decisão foi motivada por uma ação movida pelo Núcleo Amigos da Terra Brasil e União pela Vida.

Por Carolina Elia
13 de junho de 2006
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