Notícias
24 de março de 2006

Maldade

Há quem diga que a Mata Atlântica foi alvo, mais uma vez, de intriga política. Lula planejava sancionar a tão esperada lei no domingo, ao visitar a COP-8 em Curitiba. Agora, não mais.

Por Lorenzo Aldé
24 de março de 2006
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24 de março de 2006

Pesadelo

Da vida que existia no mar há 100 anos, 80% já se foi. A culpa é da atividade pesqueira predatória. E estudos mostram que os outros 20% continuam a ser consumidos com igual voracidade.

Por Lorenzo Aldé
24 de março de 2006
Notícias
24 de março de 2006

Brecha

A conservação das baleias não é um assunto na agenda da COP-8, mas aproveitando o público presente a turma do Baleia Franca deu uma palestra sobre a importância de se proteger os cetáceos. Aproveitou para difundir a idéia de se criar o Santuário do Atlântico Sul, onde os japoneses jamais terão autorização para caçar. Mesmo que consigam derrubar a moratória imposta à atividade pela Comissão Internacional das Baleias (CIB).

Por Lorenzo Aldé
24 de março de 2006
Notícias
24 de março de 2006

De olho

Na palestra estavam presentes desde o ex-ministro do Meio Ambiente José Carlos Carvalho a representantes do Itamaraty e de diversos países. O que mostra que o assunto interessa a muita gente.

Por Lorenzo Aldé
24 de março de 2006
Notícias
23 de março de 2006

Data de saída

Marcos Machado, atual secretário de Meio Ambiente do estado de Mato Grosso, deixa o cargo até o dia 31 de março. O Conselho Nacional de Justiça determinou que, até esta data, os procuradores da república que ocupam cargos no executivo decidam se querem continuar ou retornar ao Ministério Público. Ele quis voltar.

Por Redação ((o))eco
23 de março de 2006
Notícias
23 de março de 2006

Crise

Pedro Luis Serafim, um dos maiores beneficiadores de madeira do norte de Mato Grosso, está sentindo na pele a crise no setor. Em 2004, exportou para Estados Unidos e Europa 60 contâineres de piso de madeira. No passado foram 40. E, pela sua previsão, 2006 vai ser ainda pior.

Por Redação ((o))eco
23 de março de 2006
Notícias
23 de março de 2006

Telefones cortados

As gerências regionais e os escritórios do Ibama do norte de Mato Grosso estão sem comunicação por telefone. As linhas foram cortadas por falta de pagamento. Em alguns lugares, só é possível receber chamadas. Por enquanto.

Por Redação ((o))eco
23 de março de 2006
Notícias
23 de março de 2006

Bem vestidas

Praticar esportes é permitido às somalianas refugiadas no Quênia. Desde que nenhuma parte de seu corpo esteja à mostra, como determina a religião...

Por Redação ((o))eco
23 de março de 2006
Fotografia
23 de março de 2006

O Beija-Flor

Bonito e briguento, o Tesoura-da-fronte-violeta (Thalurania glaucopis) foi fotografado por Marcos Sá Corrêa no Parque Nacional do Itatiaia com...

23 de março de 2006
Reportagens
23 de março de 2006

Namoro em segurança

Ibama do Piauí evita mais de 90% da cata de caranguejo na época da reprodução. O segredo é educação. Mas, sem lei específica, ainda é difícil impedir excessos.

Por Carolina Mourão
23 de março de 2006
Análises
23 de março de 2006

Itatiaia: com a palavra os juristas

De Daniel Di Giorgi ToffoliGeógrafo e Analista Ambiental do IBAMA Com relação à matéria entitulada Itatiaia: com a palavra os juristas. Ouso discordar em algumas partes da matéria. 1) Como não é obrigação legal se é um princípio claramente estabelecido pelo SNUC? 2) Por acaso um princípio prescrito em lei é para não ser cumprido? 3) Será apenas desejo do IBAMA seguir um princípio que rege as unidades de conservação no Brasil? 4) Como regulamentar o uso de propriedades privadas em parques nacionais se as mesmas têm cercas que impedem a passagem de fauna, iluminação noturna, construções irregulares, parcelamentos irregulares (alguns casos), privatização de atrativos, etc, etc. A regulamentação que se propõe é baseado no decreto de parque nacional e/ou SNUC, ou pretende-se incluir no termo de compromisso de populações tradicionais? Ou até seguir o "conceito" de hotel-parque que o Dep. Est. Carlos Minc propõe?Para completar o comentário do ilustre Paulo Bessa. Atualmente o que está sendo feito é um levantamento fundiário e não simplesmente compra de terras. Por fim, apenas um comentário. Por décadas a comunidade ambientalista brasileira usou como exemplo de má eficiência e gestão o fato do primeiro parque nacional do Brasil continuar tendo problemas fundiários que de fato atrapalhariam a gestão do mesmo e principalmente a conservação da biodiversidade existente. Mas me parece que quando o instituto resolve retomar a questão, ela já não é tão importante assim... O que me causa surpresa nas matérias veiculadas sobre Itatiaia (principalmente as do O Globo) é que a questão ambiental e pública é sobreposta pela questão de interesse privado.

Por Redação ((o))eco
23 de março de 2006

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