Praticar esportes é permitido às somalianas refugiadas no Quênia. Desde que nenhuma parte de seu corpo esteja à mostra, como determina a religião islâmica. Mas usar os enormes trajes típicos pode ser um grande empecilho à modalidade mais popular entre as mulheres de lá: o vôlei. Por encomenda da ONU, a Nike projetou roupas especiais que cobrem cada pedacinho de pele, sem atrapalhar as jogadoras. Está no New York Times.
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