Notícias
21 de março de 2006

Fantasmas submersos

A mais profunda caverna submarina do mundo, conhecida como o Buraco de Bushman, fica em uma província na África do Sul. Em busca de um recorde, o...

Por Redação ((o))eco
21 de março de 2006
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21 de março de 2006

Seguir bons rumos

Enquanto você faz sua trilha despreocupado, pois com um bom mapa na mão não terá como se enganar, lembre-se de que alguém fez esse trabalho sujo...

Por Redação ((o))eco
21 de março de 2006
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21 de março de 2006

Brrrrrr!

O sul-africano radicado na Suíça Mike Horn estava, no momento em que esta nota foi escrita, a 19 quilômetros de um feito inédito: chegar ao Pólo...

Por Redação ((o))eco
21 de março de 2006
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21 de março de 2006

Problema real

Um dia depois de Marina Silva ter aberto a COP-8 dizendo o que todos já sabem – o mundo continua perdendo a sua biodiversidade –, o Greenpeace lançou mapas e relatórios que ilustram de forma clara o problema. Menos de 10% da área terrestre do planeta permanece coberta por florestas intactas. E 82 dos 148 países que um dia tiveram florestas nativas perderam integralmente suas matas primárias. O cenário é pior do que se imaginava.

Por felipe Felipe Lobo
21 de março de 2006
Notícias
21 de março de 2006

O que sobrou

O que restou em bom estado de conservação são florestas tropicais, que correspondem hoje a 49% da cobertura florestal do mundo e estão espalhadas por América Latina, África e Ásia. E florestas boreais (44%), que sobrevivem em partes da Rússia, Canadá e Alaska.

Por felipe Felipe Lobo
21 de março de 2006
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21 de março de 2006

Lembrete 1

Especialistas do Greenpeace lembram que uma floresta não está destruída apenas quando a desmatam por completo, mas também quando é degradada por atividades sócio-econômicas a ponto de não servir mais como habitat para certas espécies de plantas e animais. Só nos trópicos, 5 milhões de km2 de florestas foram destruídas por atividades madeireiras nas últimas décadas.

Por felipe Felipe Lobo
21 de março de 2006
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21 de março de 2006

Lembrete 2

Mesmo que a destruição das florestas seja interrompida hoje, ou em 2010, como utopicamente se almeja, só saberemos o quanto de biodiversidade sobrou ali daqui a mais ou menos 50 anos. É que as espécies não morrem de imediato, levam um tempo para desaparecer das matas. Como lembra o botânico Alexey Yaroshenko, que constatou o fenômeno nas florestas boreais russas.

Por felipe Felipe Lobo
21 de março de 2006
Salada Verde
21 de março de 2006

Fundo do poço

Greenpeace também divulgou relatório específico sobre as condições dos ecossistemas marinhos, onde a situação é mais grave ainda. Solução só tem uma: implantar com urgência uma rede global de áreas protegidas.

Por Salada Verde
21 de março de 2006
Notícias
21 de março de 2006

Perobas e mais duas

Saiu o decreto de criação da Reserva Biológica (Rebio) das Perobas, no Paraná. Liminares judiciais impediam, até a última segunda-feira, que o governo criasse esta e outras duas áreas de proteção das araucárias no estado. Agora estão na mesa de Lula os decretos que criam a Rebio das Araucárias e o Parque Nacional dos Campos Gerais.

Por felipe Felipe Lobo
21 de março de 2006
Análises
21 de março de 2006

Corrida ao Juruena

De José Geraldo RivaDeputado estadual e 1º Secretário da Assembléia Legislativa do Mato Grosso A Assembléia Legislativa do Estado de Mato Grosso foi responsabilizada, através de um artigo publicado no dia 12 de março pelo site de jornalismo O ECO e divulgado pelo site Amazônia - da Amigos da Terra, de promover uma manobra, concebida pelos deputados estaduais, para inviabilizar o Parque Nacional do Juruena. Nessa linha, e ignorando alguns aspectos relevantes para o tema, o artigo afirma que a Assembléia aprovou a criação de uma Floresta Pública no norte de Mato Grosso “depois de tramitar na Casa com rapidez incomum”. No entanto, o Projeto de Lei continua em tramitação, e esta Casa realizou uma Audiência Pública no município de Apiacás no último dia 11, preservando o direito fundamental quanto à participação dos diferentes segmentos sociais na formulação e execução da política ambiental. Recentemente, por ocasião da sanção da Lei n° 11.284, que dispõe sobre a gestão de floresta pública, o Presidente da República afirmou que as regras para a gestão de florestas públicas representam uma revolução nas formas de ocupação dessas áreas e que o patrimônio natural pode constituir um motor para o desenvolvimento brasileiro. Além disso, a Ministra Marina da Silva assegurou que com essa lei, o madeireiro que faz exploração predatória poderá começar a agir legalmente, tornando-se um produtor florestal, acrescentando que “não se trata de satanizar nenhum setor, mas de fazer com que as práticas incorretas sejam corrigidas”. Clique para ler esta carta na integra

Por Redação ((o))eco
21 de março de 2006

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