Notícias
7 de fevereiro de 2006

Balanço

Nesta terça-feira, agentes do Ibama que estão no sul fluminense para a operação Ceriá sobrevoaram o Parque Nacional da Serra da Bocaina à caça de bois. Marcaram com GPS a localização dos bichos e 15 homens em terra estavam encarregados de levar o gado para uma fazenda próxima. Mas os animais custaram a descer por causa do calor do meio dia. No final da tarde, cerca de 40 cabeças de gado foram mandadas para um curral na fazenda Muricana, às margens da estrada Paraty-Cunha. A procuradoria jurídica do Ibama vai decidir se vai doá-los ou leiloa-los.

Por Andreia Fanzeres
7 de fevereiro de 2006
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7 de fevereiro de 2006

Primeira vez

Durante a quarta-feira a retirada de gado do parque continua. A previsão é transferir mais 100 bois para uma outra fazenda da região. Rogério Rocco, gerente-executivo do Ibama no Rio, orgulha-se da ação. Diz que é a primeira vez que ocorre a retirada de gado de um parque no estado.

Por Andreia Fanzeres
7 de fevereiro de 2006
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7 de fevereiro de 2006

Reforços necessários

Cerca de 2 mil e 600 atletas vão participar das Olimpíadas de Inverno, que começam no dia 10 em Turim, Itália. Em cartaz no filme “Munique” e...

Por Redação ((o))eco
7 de fevereiro de 2006
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7 de fevereiro de 2006

Sem notícias

Jean-Cristophe Lafaille, alpinista francês, está desaparecido no Himalaia há onze dias. Ele escalava sozinho a montanha Makalu, sem auxílio de...

Por Redação ((o))eco
7 de fevereiro de 2006
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7 de fevereiro de 2006

Existência fugaz

Uma pequena tartaruga de pescoço longo foi encontrada na ilha de Roti, na Indonésia, no início dos anos 90. Era uma espécie nova, endêmica à Roti, cuja população vivia de vento em popa, sem ser perturbada por humanos. Foi finalmente descrita em 1994, ganhou o vulgo de tartaruga-serpente e aí sua tranquilidade acabou. Ela virou mania entre colecionadores de animais exóticos na Europa, Ásia e Estados Unidos. Hoje, está à beira da extinção. Sua comercialização foi proibida mundialmente. Mas segundo a Environmental News Service, não adiantou. A bichinha continua a ser capturada na ilha e a aposta é que breve, ela desaparecerá da natureza. Existirá somente nas piscinas dos idiotas que colecionam bichos exóticos.

Por Redação ((o))eco
7 de fevereiro de 2006
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7 de fevereiro de 2006

Homem não presta

Essa só diz respeito à natureza porque é uma tristíssima história sobre a capacidade humana de ser cruel com bichos. Autoridades americanas e colombianas capturaram uma dezena de filhotes de cães que estavam numa clínica veterinária no interior da Colômbia, sendo preparados para serem exportados para fora do país. Todos tinham sido recém-operados. Suas barrigas foram abertas e dentro delas, traficantes acondicionaram pacotes de heroína. A história só veio à luz agora, via National Geographic. Três dos filhotinhos morreram quando os sacos com a droga vazaram dentro de seus ventres. Tadinhos.

Por Redação ((o))eco
7 de fevereiro de 2006
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7 de fevereiro de 2006

Exemplo

No Canadá, madeireiros e ambientalistas fecharam um acordo considerado histórico para proteger o que é considerado a Amazônia do Norte: a Great Bear Rain Forest. Dois milhões de acres serão vedados à atividade madeireira, em compensação o setor terá acesso garantido a outros 4 milhões de acres de florestas, explica o Toronto Star. Segundo o The New Times, lá estão algumas das árvores mais antigas do mundo, além de salmões selvagens e ursos brancos e negros. Nos últimos 10 anos, a região viveu em pé de guerra por sua preservação, como conta reportagem do Vancouver Sun.

Por Redação ((o))eco
7 de fevereiro de 2006
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7 de fevereiro de 2006

Paraíso perdido

Uma expedição internacional a uma floresta intocada em Papua, na Indonésia, resultou na descoberta de um punhado de novas espécies. De sapos e borboletas a flores gigantes. Mas o que mais impressionou os cientistas foi o encontro com um Parotia berlepschi, também chamado de ave do paraíso. O pássaro era considerado extinto, apenas conhecido por relatos de caçadores do século XIX. Os cientistas ainda descobriram uma ave que se alimenta de mel, relata a BBC News.

Por Redação ((o))eco
7 de fevereiro de 2006
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7 de fevereiro de 2006

Sem elefantes

O único zoológico de Nova York que possui elefantes, aliás três, avisou que caso um ou dois morram ele vai deixar de ter os bichos em cativeiro e não vai mais adquirir nenhum exemplar da espécie. A idéia é não fazer os elefantes sofrerem, já que ficou comprovado que a vida no zoológico é deprimente e insuportável sem outros companheiros. A história está no The New York Times.

Por Redação ((o))eco
7 de fevereiro de 2006
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7 de fevereiro de 2006

A oitava praga

Questões ambientais ameaçam a preservação de importantes sítios arqueológicos do Egito, entre eles os templos de Luxor, Karnak e outros no Vale dos Reis. Arqueólogos descobriram que água subterrânea e salgada está corroendo a base dos templos. O problema teria começado com a intensificação de atividades agrícolas na beira do Nilo e uma proliferação de métodos de irrigação, conta reportagem do The Guardian.

Por Redação ((o))eco
7 de fevereiro de 2006
Análises
7 de fevereiro de 2006

Dez minutos de TV

De Bruno do Nacimento Marc Dourojeanni fez um belo relato sobre a programação da TV brasileira e como os seus assuntos são tratados no pano de fundo. Mas o termino da matéria também é relevante, as emissoras de TV querem entreter e às vezes acabam informando. Ocorre que nem sempre a tal da informação tem um compromisso com o conhecimento real, tanto por parte de quem é entrevistado, ou por parte de quem entrevista e menos ainda de quem vê ou recebe essa informação. Talvez o grande erro sobre a mídia nacional é o fato de dizermos que ela integra o país e passa uma noção de Nação. Na realidade a mídia nacional traz fragmentos de determinados acontecimentos e situações em determinadas localidades que nem sempre está associada àquela realidade. Basta dizer que o principal jornal televisivo tem correspondentes em Nova Iorque, Londres, Berlim, Tel Aviv, Roma e poucas são as vezes que transmite de João Pessoa, Rio Branco, Boa Vista ou Macapá. Acredito que para a grande maioria da população brasileira que vive na cidade seja difícil imaginar o que é a fronteira da Amazônia com a Colômbia em termos reais. E a TV não tem o tempo necessário para dar essa informação com o conhecimento de causa necessário. Os programas específicos passam nas outras emissoras ou em horários e um formato que não agrada a maioria da população, até porque na maioria das vezes a antena não ajuda e tem um outro programa mais interessante em outra emissora de TV. Em síntese, a TV não é nem um meio ou sequer um instrumento de educação e quando arroga para si esse desejo perde popularidade. Pode até ser que algumas vezes que determinadas pessoas por terem uma vida dedicada a uma causa acabam tocante uma fração da audiência. Para mim a TV é apenas uma grande vitrine. Quanto às favelas brasileiras, será que o Brasil já fez um real diagnóstico da sua conjuntura? Será que existe uma classe no Brasil antenada com a implementação das soluções para esse tipo de problema? Clique aqui para ler esta carta na íntegra.

Por Redação ((o))eco
7 de fevereiro de 2006

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