Análises
17 de novembro de 2005

Pobres carrapatos

De Fabio ConcesiPricewaterhouseCoopersTax and Legal Services. Gostaria de expressar meu contentamento ao ler a matéria da réporter Carolina Elia, sobre Carrapatos. A matéria está ótima. O texto está informativo e descontraído ao mesmo tempo. Parabéns!

Por Redação ((o))eco
17 de novembro de 2005
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16 de novembro de 2005

Me dá sua cueca aí

A Patagônia, uma das principais fabricantes de roupas e equipamentos para esportes de contato com a natureza, está atrás de cuecas e camisetas velhas. Calma, não se trata de nenhuma tara da direção da empresa. Apenas mais uma opção no seu programa de reciclagem de tecidos. Para receber suas roupas de baixo pelo correio ou em lojas espalhadas pelos Estados Unidos, Japão e Europa, há duas exigências. Uma, que seu material contenha 95% de poliéster. E a segunda é que cueca suja nem pensar. Só aceita o que tiver sido lavado.

Por Redação ((o))eco
16 de novembro de 2005
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16 de novembro de 2005

Destino

O material reciclado está sendo usado na fabricação de roupas novas. A Patagônia diz que o programa ajuda a diminuir lixo, reduz emissão de gás carbônico na atmosfera e dispensa a necessidade de produzir poliéster a partir de fibras naturais.

Por Redação ((o))eco
16 de novembro de 2005
Notícias
16 de novembro de 2005

Cult americano

Virou mania entre a turma metida a entender de bebida alcólica nos Estados Unidos tomar destilados feitos à base de produtos orgânicos. Conseqüentemente, virou mania abrir destilarias movidas à matéria-prima ecologicamente correta. O Instituto Americano de Destilados lista hoje 66 destilarias fabricando vodka de maçã ou licor de pêra usando frutas plantadas em fazendas orgânicas.

Por Redação ((o))eco
16 de novembro de 2005
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16 de novembro de 2005

Não me abandone

Incursões sistemáticas realizadas pela Polícia Federal em parceria com o Ministério Público Federal na Reserva do Tinguá, no Rio de Janeiro, têm afugentado palmiteiros. O MP se reuniu nesta quarta com a polícia para pedir que as rondas não parem.

Por Redação ((o))eco
16 de novembro de 2005
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16 de novembro de 2005

Trombada

O Ibama e o Ministério dos Transportes entraram em rota de colisão por conta das obras de recuperação da BR-319, no Amazonas. O ministro da pasta, Alfredo Nascimento, é político no estado e vê a obra como uma espécie de passaporte para um cargo eletivo em 2006. Quer porque quer começá-la já. O Ibama resiste a dar a licença ambiental da obra. Por duas razões. O relatório de impacto é carente de informações técnicas e porque a BR-319, um velho projeto da década de 80, sempre assustou quem entende de proteção ao meio ambiente.

Por Redação ((o))eco
16 de novembro de 2005
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16 de novembro de 2005

Curiosidade

No Brasil, os ministérios do Meio Ambiente e de Minas e Energia vivem às turras. Na Costa Rica, ambos formam um só ministério, o de Meio Ambiente e Energia, o que de fato faz todo o sentido. Só mesmo em Brasília é que a burocracia acha que a natureza é um entrave à produção de energia.

Por Redação ((o))eco
16 de novembro de 2005
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16 de novembro de 2005

Veneno

Faz dez anos que a última refinaria de chumbo no Alto e Médio Vale do Ribeira cerrou suas portas. Mas o passivo ambiental que as atividades de mineração e refino do metal deixaram para trás continuam a comprometer a qualidade de vida das populações locais. Pesquisa com amostras de sangue chancelada pela Unicamp encontrou em duas comunidades no Paraná gente com níveis de chumbo circulando pelas veias no limite do que os organismos internacionais de saúde consideram toleráveis para o ser humano.

Por Redação ((o))eco
16 de novembro de 2005
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16 de novembro de 2005

Exploração

O Parque Nacional do Tumucumaque, no Amapá, está virando arroz de festa das Ongs internacionais que atuam em defesa da Amazônia. E isso é ótima notícia. Afinal, ele não é só o maior parque tropical do mundo. É também desconhecido. Só recentemente começou-se a desvendar a biodiversidade que existe por lá. Primeiro, com expedições organizadas

Por Redação ((o))eco
16 de novembro de 2005
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16 de novembro de 2005

Vestida de alface IV

De TelmaAmigos,Esta nota matou a charada: realmente não está com nada ESCÂNDALOS ... GUERRAS ... BRIGAS ... ATAQUES ... BATE-BOCAS ... GROSSERIAS ...Não precisamos nos rebaixar ao nível do "Conan, O Bárbaro" (como citado abaixo) para nos fazer entender ... Podemos conduzir as campanhas , esclarecimentos, orientações sempre utilizando o LADO do BEM , palavras BOAS, EDUCADAS ... agindo SEMPRE como se as pessoas que estivessem errando (conforme o nosso conceito) fossem IGNORANTES no assunto, na causa, no efeito ... Nós podemos sempre conduzir as defesas simplesmente com defesas, sem ataques ... apenas mostrando coisas boas, imagens boas, matérias bacanas ilustrativas, conscientes ... "um colírio para os olhos e corações"... podemos atingir este lado do cerebro e com isso ganharmos mais adeptos/defensores !Fica ai a minha sugestão ... sem nenhuma intenção de polemizar ...

Por Redação ((o))eco
16 de novembro de 2005
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16 de novembro de 2005

Vestida de alface III

De Sílvia Luiza Lakatos34 anos, jornalista São Paulo, SP Atacar os ativistas pró-animais virou moda. A revista Veja e a Folha de São Paulo já descobriram que, quando querem alavancar o recebimento de cartas e criar "sensação" entre os leitores, basta publicar uma matéria defendendo o consumo da vitela, do foie-gras, do uso de peles na indústria da moda, os rodeios, a rinha de galo, a vivissecção... Enfim, qualquer coisa que atinja em cheio os brios das pessoas que se importam com o bem-estar animal, e que o fazem independentemente de sofrerem críticas e ataques por suas posições.Você mesma, Silvia Pilz, volta e meia utiliza esse recurso em sua coluna. Já defendeu rodeio, já defendeu a liberação da caça... Agora, faz uma crítica gratuita àqueles que se opões ao uso de pedaços de animais mortos na vestimenta humana.Eu poderia simplesmente "passar batido", deixar pra lá... Mas a gente fica com um nó na garganta, sabe?O que leva pessoas inteligentes e bem informadas, como é o seu caso, a gastarem tempo e energia para criar argumentos falaciosos em defesa da exploração animal? Seja franca: tem cabimento criar o bicho, depois tirar a vida do bicho, e transformar os restos mortais dele em casaco, salsicha, bolsa, patê ou seja lá o que for? Tem algum sentido um homem adulto paramentar-se com roupas ridículas e ficar chacoalhando em cima de um touro que, coitado!, fica sendo picado pelas esporas do imbecil? E há coisa mais estúpida do que um monte de marmanjo se armar até os dentes para perseguir e matar animais indefesos? O ser humano não pode muito bem passar sem isso? Tem sentido usar seres menos capacitados do que nós, mas nem por isso menos sencientes, para nossa diversão, alimentação, vaidade? E, oras, não me venha com aquele papo de topo da cadeia alimentar! O ser humano é dotado de inteligência e capacidade de escolha, e estes elementos o tornam plenamente capaz de prescindir do uso dos outros animais.Além disso, devorar pedaços de animais mortos, e cobrir-se com fragmentos de suas peles, são hábitos que remetem a Conan, O Bárbaro. Em pleno século 21, a humanidade poderia muito bem evoluir um bocadinho nos seus conceitos estéticos e dietéticos.Cordialmente,

Por Redação ((o))eco
16 de novembro de 2005

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