Análises
9 de agosto de 2005

Planafloro

De Fabio OlmosPrezado Manoel,Gostaria de parabenizá-lo pela instigante matéria sobre as UCs em Rondônia. Trabalhei na cooperação técnica do PNUD ao PLANAFLORO em 1998 e início de 99, e era muito claro que as UCs estaduais eram uma operação "cavalo de tróia" p/ que o governo estadual tivesse acesso a recursos p/ estradas e outros fins. Naquele ano o coordenador do PLANAFLORO "emprestou" 16 milhões ou algo assim ao então governador p sua campanha de reeleição.... Casas de tábuas serradas construídas em alguns parques custaram R$ 30 mil cada uma (a valores de 97-98) e quando eu precisava de um veículo ou embarcação da SEDAN (a surreal "secretaria de desenvolvimento ambiental") estes haviam simplesmente desaparecido, distribuídos entre políticos locais. Bem, foi um notório estelionato ambiental que nunca rendeu cadeia a ninguém.Gostaria de sua orientação sobre como obter o estudo completo do IMAZON'sobre o desmatamento nas UCS. Já procurei no site deles e telefonei em busca de info mas sem sucesso. Você teria um nome/telefone/e-mail p/ que eu pudesse ir atrás ?Estou muito interessado neste estudo p/ usá-lo em um trabalho a respeito de políticas de conservação nos últimos governos. Em anexo envio meu último trabalho, publicado na revista da Boticário, que pode ser de seu interesse. Atenciosamente,

Por Redação ((o))eco
9 de agosto de 2005
Reportagens
9 de agosto de 2005

Solução emergencial

Acordo quer liberar a produção de madeira em áreas públicas no Pará, sob regime de concessão. Para o Ministério Público, é o único jeito de evitar um colapso.

Por Lorenzo Aldé
9 de agosto de 2005
Reportagens
8 de agosto de 2005

O novo xerife

Paulo Maier sai do Ibama em Santarém direto para gerência-executiva em Cuiabá. Ele é conhecido como o gaúcho que bateu de frente com os madeireiros do Pará.

Por Carolina Elia
8 de agosto de 2005
Análises
8 de agosto de 2005

Operação Mata Atlântica

De Everton Silva LimaAssessor de Comunicação Social do IEF/RJCom relação às matérias Quebrando a rotina, de Andréia Fanzeres, e Mais do mesmo, da estagiária de jornalismo Juliana Tinoco, publicadas, respectivamente, nos dias 28/07 e 01/08 neste site, informando sobre a Operação Mata Atlântica, deflagrada pela Fundação Instituto Estadual de Florestas – IEF/RJ entre os dias 28 e 31 de julho, gostaríamos de comentar o seguinte: A primeira reportagem foi, na verdade, um desserviço às ações de fiscalização realizadas pelo IEF. A repórter desdenha da operação e insinua que ela não serviu para nada, pois, segundo Andréia, não se pode agir quando o infrator não está no local do crime ambiental (informação que não condiz com a verdade), basta os fiscais darem às costas para os serviços em obras embargadas continuarem e, o mais revoltante, atrela o órgão que cuida das políticas florestais do estado à impunidade. Sinceramente, é de se questionar: a repórter acompanhou a fiscalização para apurar os dados ou já foi para a operação com sua matéria pronta? Queremos esclarecer à Andréia e aos leitores de O Eco que, quando o proprietário de um terreno desmatado não está, lançamos mão de outras formas para intimá-lo e notificá-lo: isso pode ser feito por carta; os fiscais do parque e as patrulhas do IEF, que fiscalizam as unidades de conservação, procuram voltar ao local nos dias consecutivos a fim de encontrar alguém para notificar etc. No caso das duas construções embargadas, os pedreiros foram encaminhados à delegacia e o material usado na obra apreendido e doado à Fundação Leão XIII, fatos que a matéria omite e que foram amplamente divulgados pela imprensa. No que se refere à impunidade, o IEF sempre irá realizar operações como essa para coibir crimes ambientais, mesmo que elas sejam ou não do agrado de alguns. O nosso interesse é a preservação das florestas fluminenses e, sempre revestidos do caráter legal, efetivamos, de pronto, a demolição de imóveis e benfeitorias irregulares. Os números mostram o crescimento desse tipo de ação: sete demolições em 2002, 26 em 2003 e 43 em 2004, um aumento de 520%.Já com relação à outra matéria, mais preocupada em detalhar o que ocorreu na operação e não fazer ilações sobre as conseqüências que podem ou não advir de atividades desse porte, a estagiária Juliana Tinoco diz que fiscalizações assim só ocorrem “esporadicamente”. Pois bem: o instituto conta com uma Divisão de Vigilância e Fiscalização (DiVF), subordinada à Diretoria de Conservação da Natureza, que realiza ações de maior envergadura, como a Operação Mata Atlântica, esporadicamente, sim! Mas isso não significa dizer que só esse tipo de operação é realizada para fiscalizar irregularidades nos parques e áreas de entorno, pois tanto a DiVF quanto a Divisão de Unidades de Conservação (DiUC) emitem autos e efetuam fiscalizações. Nossos números provam a eficiência obtida pela atual administração: 112 autos de constatação emitidos em 2002, 213 em 2003 e 252 em 2004, um crescimento de 125%; já no que se refere a intimações e notificações, foram 50 em 2002, 192 em 2003 e 476 em 2004, aumento de 850%.Não condiz com a verdade, portanto, afirmar categoricamente que as ações do IEF são esporádicas. No dia-a-dia, e conforme já afirmei, as fiscalizações são feitas pelas equipes que estão baseadas nos parques e pelas 10 Patrulhas de Fiscalização que o IEF tem em várias regiões do estado. É por isso que estarrece ler as matérias citadas, pois creio que, para os leitores de O Eco, sobrou a impressão de que as operações realmente não servem para nada e não ocorrem com a freqüência que deveriam. Aproveito para informar ao site que também contamos com um serviço em que a população do estado pode entrar em contato com o IEF para fazer denúncias contra delitos ambientais. Trata-se do Disque Florestas: (21) 2233-1857, que, só no primeiro semestre de 2005, recebeu 109 ligações, o que, de certa forma, confirma o reconhecimento da população ao trabalho do instituto. O IEF age, e continuará agindo, dentro da lei, fazendo uso dos dispositivos necessários para evitar a degradação do meio ambiente. É uma tarefa árdua, mas o IEF não fugirá daquela que é uma de suas mais nobres responsabilidades!

Por Redação ((o))eco
8 de agosto de 2005
Reportagens
8 de agosto de 2005

Chumbo neles

Ibama libera caça de javalis estrangeiros no Rio Grande do Sul. Foi a maneira que o governo encontrou para se livrar de um dos maiores destruidores de lavouras.

Por Cristina Ávila
8 de agosto de 2005
Reportagens
8 de agosto de 2005

Quórum zero

Criada em 2004, continua na estaca zero a Comissão que analisa a inclusão do Cerrado na lista de patrimônios nacionais. O lobby ruralista não a deixa avançar.

Por Carolina Mourão
8 de agosto de 2005
Notícias
8 de agosto de 2005

O novo homem do Ibama

Depois de dois meses sob intervenção, o Ibama de Mato Grosso será chefiado pelo gaúcho Paulo Fernando Maier Souza. Ele entrou para o Ibama há três anos através de concurso e foi parar direto na Amazônia, como gerente executivo do escritório de Santarém, no Pará. Ele substituirá o procurador Elielson Ayres de Souza, que comandou a Operação Curupira.

Por Redação ((o))eco
8 de agosto de 2005
Colunas
7 de agosto de 2005

Um ano de janela

Neste primeiro ano de O Eco, viajei, pensei e conversei muito, para entender a questão ambiental. Não foi suficiente. Mas já dá para tirar algumas conclusões.

Por Sérgio Abranches
7 de agosto de 2005
Reportagens
5 de agosto de 2005

Adeus

A situação de parálise que se abateu sobre os madeireiros legalizados da Amazônia faz uma vítima de peso. A Gethal, empresa certificada, diz que vai deixar a região.

Por Manoel Francisco Brito
5 de agosto de 2005
Notícias
5 de agosto de 2005

Água que passarinho não bebe

Pesquisadores da Australian National University, em Canberra, descobriram que uma quantidade moderada de álcool aumenta a velocidade do pensamento, a habilidade verbal e a memória, publicou o The Guardian (gratuito). O estudo foi feito com 7 mil pessoas entre 20 e 60 anos. A recomendação é que homens bebam entre 14 e 28 doses por semana e mulher entre 7 e 14. Haja fígado!

Por Redação ((o))eco
5 de agosto de 2005
Notícias
5 de agosto de 2005

Tempo ruim

Oficias do National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA), entidade que controla a chegada de tempestades tropicais e furacões no Golfo do México, afirmaram que a temporada este ano promete. O Environment News Service informou que o NOAA prevê entre 18 e 21 tempestades tropicais entre agosto e novembro e que destes, pelo menos cinco serão furacões grandes. Os números para este ano estão bem acima da média de dois furacões por ano.

Por Redação ((o))eco
5 de agosto de 2005

Seja membro e faça parte do maior portal de jornalismo ambiental do país!

Entrar