Análises
3 de junho de 2005

Cenário de romance e devastação

De J. Bernardo Quantas maravilhas (apesar das degradações) você nos transmitiu através do seu artigo "Cenário de romance e devastação", publicado no O Eco em 29/05/2005.Foi como se eu enveredasse por novas trilhas descobrindo lugares surpreendentes. Quando caminho pela Floresta da Tijuca fico a imaginar o imensurável trabalho e dedicação que foi empreendido para que hoje, no coração do Rio de Janeiro, exista uma floresta com riachos, cascatas e mirantes.v Através do artigo, fui ainda mais longe, chegando ao Central Park em Nova Iorque e ao Bois de Boulogne em Paris. Fico imaginando o que aconteceria se os prefeitos dessas cidades resolvessem abandonar as moscas esses patrimônios, como o que está ocorrendo aqui na nossa Cidade Maravilhosa.Ainda não li o romance Paulo e Virgínia que Bernardin de St. Pierre escreveu inspirado nas maravilhas que vivenciou na Ilha Maurício, mas fiquei louco por encontrá-lo. Ainda mais sabendo que foi inspiração para que o Visconde do Bom Retiro tomasse providências para tornar as áreas urbanas mais naturais. Pena que não poderei me saciar do exemplar que será doado ao Parque, já que não domino o idioma em que foi escrito.Por certo, a Floresta da Tijuca tem histórias sensacionais que poderiam render um belo romance, tanto que tem até uma gruta com o nome Paulo e Virgínia. Minha desinformação não me permitia fazer idéia do verdadeiro motivo do nome. Na próxima passagem pela gruta certamente terá uma outra significação.Mais chocante ainda, foi que além do reflorestamento do Maciço da Tijuca, você descobriu a origem da primeira palmeira plantada por D. João VI no Jardim Botânico. Você é sensacional!!! Não vejo a hora de ler seu próximo livro. Aguardo mais preciosidades como esta. Você merece o cargo de Ministro do Meio Ambiente. Obrigado por mais essa preciosidade que guardo em meus arquivos, na pasta: "Caminhos do Pedro".

Por Redação ((o))eco
3 de junho de 2005
Notícias
2 de junho de 2005

Caminhos e prazos

A votação no plenário da Câmara dos deputados do Projeto de Lei Sobre Gestão de Florestas Públicas ficou mesmo para a semana de 6 de junho. “Imagino que aconteça na terça-feira, dia 7”, diz Tasso Azevedo, diretor de Florestas do Ministério do Meio Ambiente. Ele acha que o texto saiu da Comissão encarregada de examiná-lo redondo o suficiente para não causar mais polêmica e acha que será aprovado. Se for, começa imediatamente a tramitar no Senado, onde o governo também não espera encontrar resistências e espera vê-lo votado favoravelmente até o fim de junho. Se tudo acontecer assim, o MMA acha que em outubro no máximo, as Florestas Públicas do país comecaram a sentir os efeitos da nova Lei.

Por Redação ((o))eco
2 de junho de 2005
Notícias
2 de junho de 2005

Grana Alta

O jantar que a The Nature Conservancy promoveu com empresários brasileiros e americanos em Nova Iorque, no fim de maio, para arrecadar fundos para projetos ambientais no Brasil, rendeu 1, 6 milhão de dólares em doações. Quase 40% desse dinheiro veio do bolso de compatriotas, coisa que, segundo um dos convivas, surpreendeu a Ong americana.

Por Redação ((o))eco
2 de junho de 2005
Reportagens
2 de junho de 2005

Aplausos e cobranças

Operação Curupira é considerada a maior e mais importante em termos de combate à corrupção na Amazônia. Escândalo respinga em Blairo Maggi, que não dá as caras.

Por Andreia Fanzeres
2 de junho de 2005
Colunas
2 de junho de 2005

Salvação gay

Parada em São Paulo e golfinhos de Fernando de Noronha servem para confirmar profecia de uma velha índia. Os gays tem tudo para dar ao mundo um futuro mais brilhante

Por Silvia Pilz
2 de junho de 2005
Reportagens
2 de junho de 2005

Um desafio só

Na fazenda Rio Negro, cenário das novelas “Pantanal” e “América”, um time de ambientalistas de primeira tenta salvar uma das principais paisagens brasileiras.

Por Sérgio Abranches
2 de junho de 2005
Colunas
2 de junho de 2005

O troco de Barra Grande

A novela de Barra Grande revela no penúltimo capítulo uma nova estrela: a bromélia Dychia distachya, achada na área da represa às vésperas de desaparecer.

Por Marcos Sá Corrêa
2 de junho de 2005
Notícias
2 de junho de 2005

A bromélia de Barra Grande

Se o Ibama conceder a licença de operação para a usina de Barra Grande, estará assinando também a extinção de um tipo de bromélia recém descoberto na região: a Dychia distachya. Ela não tem nome popular e só existe na área que será alagada pela barragem. Segundo os seus descobridores, a bromélia precisa de água corrente para sobreviver. Marcos Sá Corrêa lembra na sua coluna no Estadão (só para assinantes) que a Constituição obriga o poder público a proteger a fauna e a flora brasileira.

Por Redação ((o))eco
2 de junho de 2005
Análises
2 de junho de 2005

A semana já é do Paraná

Oi Marcos,Muito boa esta matéria. O Requião chutou mesmo o balde. Tomara que ele dê contade implantar tudo isso.Na questão das UCs, ela já tem sido ótimo, Foi o único a dar uma lição de moral diasatrás nos setores que acham que ainda precisam dos últimos 2% da floresta dearaucária para "desenvolver" a região.Um beijo,Miriam.

Por Redação ((o))eco
2 de junho de 2005
Reportagens
2 de junho de 2005

Corte na corrupção

A Operação Curupira desestruturou o contrabando de madeira ilegal no MT. Foram parar na prisão madeireiros e funcionários do Ibama e do governo estadual.

Por Carolina Elia
2 de junho de 2005
Notícias
2 de junho de 2005

Operação Curupira

Na maior operação da história da Polícia Federal contra crime ambiental, o Ibama e o Ministério Público Federal deflagraram hoje a "Operação Curupira”, após nove meses de investigações. A operação tem como objetivo desmontar esquema de fraude e corrupção instalado no Ibama do Mato Grosso desde 1990, que certificava madeira ilegal. O volume de madeira transportado pelos integrantes da quadrilha, avaliado em R$ 890 milhões, daria para encher 66 mil caminhões, que enfileirados atingiriam a distância entre Salvador/BA e Curitiba/PR. A organização criminosa era composta por madeireiros e despachantes especializados na extração e transporte ilegal de madeira, e contava com a colaboração de servidores públicos do Ibama e da Fundação Estadual do Meio Ambiente (Fema). Quatrocentos e oitenta policiais estão nos estados do Mato Grosso, Pará, Rondônia e Paraná para cumprir 89 mandados de prisão.

Por Carolina Elia
2 de junho de 2005
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