Para entender a magnitude da Amazônia é preciso sobrevoá-la. É impossível ter a dimensão de seu espaço sem sair do chão. E mesmo voando não é tão simples assim. Por isso, durante duas semanas, sobrevoamos essa enorme região seguindo de Manaus, passando por Alta Floresta, Santarém, Macapá, Laranjal do Jarí, retornando a Santarém e de volta a Manaus.

A perda de biodiversidade é um problema global que requer soluções globais. O Brasil, devido principalmente aos dois terços que detém da bacia do rio Amazonas, é o país de maior importância nesse contexto. Temos a ciência a nosso favor como procurei demonstrar nesse relato. É preciso coragem política para ignorar alguns interesses locais e aproveitar as oportunidades que esse contexto nos oferece.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Guardiãs do Babaçu: as mulheres que sustentam a floresta, a água e a tradição no Maranhão
Entre lama, coco e resistência, quebradeiras de Imperatriz preservam babaçuais, protegem a água da região tocantina e mantêm viva uma tradição ameaçada →
Rio de Janeiro sedia semana recheada de debates ambientais e climáticos
Rio Nature & Climate Week traz painéis com especialistas, lideranças indígenas, políticos, artistas, além de eventos paralelos, mostra de cinema e shows →
Uma castanha brasileira que ajuda a proteger o Cerrado
Com produção de baru, cooperativa situada no noroeste de Minas Gerais fortalece agricultores locais e gera renda aliada à conservação →
