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Fumaça boa para o nariz e a tomada

Na Alemanha, a falta de aterros sanitários levou ao desenvolvimento de tecnologia limpa para a incineração do lixo que, de quebra, ainda produz 10% da energia renovável do país.

Cristiane Ramalho ·
8 de setembro de 2008 · 17 anos atrás
Funcionário da BSR e os filtros do incinerador: apenas 1% do lixo queimado vira resíduo tóxico. (Foto: BSR)
Funcionário da BSR e os filtros do incinerador: apenas 1% do lixo queimado vira resíduo tóxico. (Foto: BSR)
No Brasil, pesquisadores já desenvolveram o protótipo de uma usina de incineração, no campus da UFRJ, no Fundão, que usa um sofisticado sistema de filtragem totalmente nacional. O que pode vir a ser uma boa alternativa para a redução dos aterros sanitários no país. “A questão é assegurar dinheiro suficiente para pagar pela tecnologia apropriada. Se você realmente combina com a alta eficiência, pode ter retorno com a eletricidade obtida”, diz Susanne, lembrando que já há economias em crescimento investindo nos incineradores como uma solução. Entre elas, a China.

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